Arquivos resumo Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões - Vestibular1

Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões I

Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões I. Finalmente ainda no primeiro dos dez cantos, tem início a narração, com as naus de Vasco da Gama em plena viagem na Costa ocidental da África. Simultaneamente, os deuses reúnem-se no Olimpo para um Concílio onde decidirão o futuro dos portugueses.

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Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões II

Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões II. O vocativo agora traz a presença da própria Inês, como se as imagens dela e do Amor misturassem-se diante do narrador. Talvez, com essa aproximação, o poeta quisesse dar à mulher amada, ares da própria materialização do Deus. Afinal, será ela o instrumento usado por ele para provocar o desvario de D. Pedro:

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Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões III

Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões III. As filhas daquela região choraram a morte de Inês por longo tempo e suas lágrimas transformaram-se em fonte; o nome dado, que até hoje dura, foi “Dos amores de Inês”, ali acontecidos. O poeta termina concluindo com uma contradição: Vede que fresca é a fonte regando as flores, mas feita com lágrimas e cujo nome é Amores!

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