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Figuras de Linguagem
Ao falar e
escrever, usamos as figuras de linguagem,
Reforço estilístico de grande função.
Recurso que engrandece poesia, texto e mensagem,
Divide – se em figuras de palavras, pensamento e construção.
Na metáfora, se tem uma comparação abreviada.
Um termo, trocado por um outro, na metonímia é encontrado
Para designar partes do corpo humano a um ser inanimado
Emprega-se a catacrese, outra figura muito usada.
A Perífrase é o emprego de uma expressão
Que indica o ser por sua qualidade ou ação.
Na sinestesia, as palavras mexem com nossos ouvidos
E todos demais órgãos dos sentidos.
Na antítese, idéias opostas se aproximam.
Na Hipérbole, a verdade é exagerada, não se condensa.
No eufemismo, expressões rudes suavizam.
Na ironia, se diz o contrário do que se pensa.
A Aliteração é a repetição de sons de natureza consonantal
Na onomatopéia há imitação de sons, ruídos naturais.
A assonância é a reiteração de uma mesma vogal
E no eco se repete o som em palavras de finais iguais.
Na elipse, um termo é omitido, mas subentendido
O anacoluto é a queda da frase, com parte sem função aparente.
O zeugma, um tipo de elipse, esconde um termo já aparecido
A silepse é a concordância com a idéia, não com a palavra
existente.
No pleonasmo, a repetição é exagerada,
No hipérbato, há uma grande inversão da palavra, na frase, no
texto.
Redundância com finalidade expressiva afirmada,
Mas esta não prejudica o sentido exato do contexto.
Maria José de Assis
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