Primeiras estórias de João Guimarães Rosa

Primeiras estórias de João Guimarães Rosa. Interessante é notar que a personagem que aplica a penalidade sobre o Mal neste conto, como em “Fatalidade” e “A Benfazeja”, não o faz por vontade, o que indicaria um caráter maligno. É muito mais um instrumento de algo superior, preocupado com a ordem e o equilíbrio.

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Primeiras estórias de João Guimarães Rosa II

Primeiras estórias de João Guimarães Rosa. A terceira margem do rio. Este é o mais famoso e o mais aberto conto de Guimarães Rosa. Trata-se da história do pai do narrador, chamado de nosso pai (como a incluir também o leitor) que tem um aparente desatino: constrói uma canoa para passar o resto de sua vida nela, numa viagem em direção à terceira margem do rio. Fica claro, pois, que seu alvo é metafísico, já que um rio só tem duas margens.

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Primeiras estórias de João Guimarães Rosa III

Primeiras estórias de João Guimarães Rosa. O livro guarda 21 histórias curtas, mas o assunto é o mesmo que permeou a trajetória do escritor: os “causos”pontilhados da tradição oral, os enredos que mostram desde o tom épico, o filosofante, o lírico, o hermético.

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Primeiras estórias de João Guimarães Rosa IV

Primeiras estórias de João Guimarães Rosa. O último conto apresenta forte semelhança com o primeiro. O ambiente é o mesmo, assim como praticamente as personagens. Além disso, o ponto final de “As Margens da Alegria” é o início de “Os Cimos”: a morte.

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