O Rei da Vela de Oswald de Andrade

Escrita em 1933 e publicada em 1937, em três atos, O Rei da Vela de Oswald de Andrade constitui- se no texto teatral mais importante de Oswald de Andrade.

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Manifesto Antropofágico de Oswald de Andrade

Manifesto Antropofágico de Oswald de Andrade. O escritor Oswald de Andrade e a artista plástica Tarsila do Amaral lançam em 1925 o Manifesto da Poesia Pau-Brasil, que enfatiza a necessidade de criar uma arte baseada nas características do povo brasileiro, com absorção crítica da modernidade europeia. Em 1928 levam ao extremo essas ideias com o Manifesto Antropofágico, que propõe “devorar” influências estrangeiras para impor o caráter brasileiro à arte e à literatura.

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Memórias Sentimentais de João Miramar II

Memórias Sentimentais de João Miramar é uma narrativa que se recusa a construir-se como tal. Assim, através deste verdadeiro mosaico que é a obra, Oswald de Andrade não pretende somente explodir as bases da literatura da época, mas também e principalmente implodir a sociedade burguesa e seus valores morais.

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Memórias Sentimentais de João Miramar

Memórias Sentimentais de João Miramar. a história do narrador é banal. Não tem nada de especial. Nem acontecimentos bombásticos que orientam para um final que exprima a vitória do verdadeiro amor, nem consequências necessárias resultantes de um determinismo psicossocial.

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Noturno de Oswald de Andrade

O Noturno de Oswald de Andrade evidencia a técnica cubista, prevalecendo as formas geométricas: o círculo da lua e as retas do trem e do meridiano.

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Os Dentes do Dragão de Oswald de Andrade

Os Dentes do Dragão de Oswald de Andrade. Divulgação de suas entrevistas foi oportuna na medida em que os textos escolhidos retratam o envolvimento do escritor no cenário cultural brasileiro; oferecem um panorama de suas ideias em torno dos assuntos mais palpitantes da época

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Paródia da Carta de Caminha

Veja em Paródia da Carta de Caminha de Oswald de Andrade – As meninas de Gare a justaposição do histórico ao moderno as indígenas a que Pero Vaz se refere são vistas como as meninas da gare (gare, palavra francesa que significa estação de estrada de ferro).

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Paródia dos Meus Oito Anos

Paródia dos Meus Oito Anos de Oswald de Andrade. Nas páginas desse semanário Juó Banavere, pseudônimo do engenheiro Alexandre Marcondes Machado, parodiava no português macarrônico dos bairros ítalo-paulistanos, os poemas antológicos do Romantismo e do Parnasianismo, dessacralizando-os com humor e a sátira.

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Pau Brasil de Oswald de Andrade

Pau Brasil de Oswald de Andrade. O melhor de nossa tradição lírica. O melhor de nossa demonstração moderna. Apenas brasileiros de nossa época. O necessário de química, de mecânica, de economia e de balística. Tudo digerido. Sem meeting cultural. Práticos. Experimentais. Poetas. Sem reminiscências livrescas.

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Serafim Ponte Grande de Oswald de Andrade

Serafim Ponte Grande de Oswald de Andrade. Despeja-se um humor corrosivo em cima das tradições e valores de uma classe social da qual faz parte e chega a compactuar em certos momentos: a burguesia paulistana. É uma postura contraditória, mas muito comum entre os primeiros modernistas.

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