Mãe de José de Alencar

Mãe de José de Alencar. A peça conta o drama de um homem que vende sua escrava para ajudar um amigo com problemas financeiros e conta com uma grande e surpreendente revelação.

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Ao correr da pena de José de Alencar

Ao correr da pena de José de Alencar. como tentativa de explicar a pequena produção de Alencar nesse gênero: condição essencial para ser um bom folhetinista na época era frequentar os salões, os teatros e as galerias da Câmara e do Senado.

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Noite de São João de José de Alencar

Noite de São João de José de Alencar. A versão publicada em forma de libreto data de 1860 e inclui várias correções e modificações, das quais as mais notáveis são o desdobramento em dois atos e a mudança do ambiente, que passa a ser São Paulo, no período colonial.

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As asas de um anjo de José de Alencar

As asas de um anjo de José de Alencar. Após apenas três encenações, As asas de um anjo de José de Alencar foi retirada de cartaz, por ordem policial, em 21 de junho, por apresentar “pensamento e mesmo lances imorais”.

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O Gaúcho de José de Alencar

O Gaúcho de José de Alencar narra em terceira pessoa à história de um menino, Manuel Canho, que admira muito a seu pai, grande conhecedor de cavalos, que é assassinado.

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Til de José de Alencar

Til de José de Alencar pertence ao romantismo regionalista do autor e retrata os costumes, a linguagem e a vida rural da época, seguindo os moldes românticos, abordando a inocência, o amor, a fragilidade, a idealização da natureza e a subjetividade.

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O Guarani de José de Alencar

O Guarani de José de Alencar. Do consórcio entre índio e branco, segundo os românticos, nasceria o povo do Brasil. Na primeira metade do século XVII, Portugal ainda dependia politicamente da Espanha, fato que, se por um lado exasperava os sentimentos patrióticos de um frei Antão,

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Ubirajara de José de Alencar

Merecem especial destaque as notas do romance Ubirajara de José de Alencar. De escopo diferente das de Iracema, que funcionam como uma extensão do texto do romance, estas são de fundamentação histórica e, principalmente, de defesa dos costumes indígenas, promovendo o confronto sistemático entre o civilizado e o indígena, para demonstrar a vantagem deste sobre aquele.

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O Guarani de José de Alencar II

O Guarani de José de Alencar. O romance termina com a palmeira perdendo-se no horizonte, não sem antes Alencar ter sugerido, nas últimas linhas do romance, uma bela união amorosa, semente de onde brotaria mais tarde a raça brasileira…

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Alfarrábios de José de Alencar

Alfarrábios de José de Alencar. No primeiro, veio ‘O Garatuja’ romance baseado num episódio narrado por Baltasar da Silva Lisboa, nos Anais do Rio de Janeiro; no segundo, duas novelas escritas ainda no tempo de estudante, ‘A alma de Lázaro’ e ‘O ermitão da Glória’. O perfil e a história dos textos vêm descritos no texto de apresentação da coletânea, intitulado ‘Cavaco’.

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O jesuíta de José de Alencar

O jesuíta de José de Alencar. Última obra escrita por José de Alencar como dramaturgo, tida como a peça maldita. Fora escrita em 1861, por encomenda do renomado teatrólogo João Caetano que, ao ler o texto, não se sabe ao certo porque motivo, recusara o papel.

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