Produções Contemporâneas
- Adélia Prado
(1936) - Bagagem; O coração disparado; Terra de
Santa Cruz (poesia); Cacos para um vitral; Os
componentes da banda (prosa)
- Antônio Calladom - (1917) - A madona de
cedro; Quarup; Reflexos do baile (prosa)
- Augusto Boal - (1931) - Revolução na
América do Sul (teatro); Jane Spitfire (prosa)
-Augusto de Campos (1931) — O rei menos o
reino; Caleidoscópio; Poemóbiles; Poetamenos; Poesia
completa; Ovonovelo; Linguaviagem; Antologia
Noigrandes (poesia)
- Autran Dourado (1926) - A barca dos homens;
Ópera dos mortos; O risco do bordado; Os sinos da
agonia; Armas e corações
- Bernardo Élis - O tronco; Veranico de
Janeiro (prosa)
- Caio Fernando de Abreu - (1948) - Morangos
mofados; Triângulo das águas (prosa)
- Carlos Heitor Cony - (1926) - O ventre;
Tijolo de segurança; Antes, o verão (prosa)
- Chico Buarque de Holanda - (1944) - Fazenda
Modelo (prosa); Calabar (teatro, em parceria com Ruy
Guerra); Gota D’água (teatro, em parceria com Paulo
Pontes); Ópera do malandro (teatro)
- Dalton Trevisan - (1925) - O vampiro de
Curitiba; Desastres do amor; Guerra conjugal; A
trombeta do anjo vingador; Lincha tarado; Cemitério
de elefantes (contos)
- Décio Pignatari (1927) - O carrossel; Rumo
a Nausicaa; Poesia pois é poesia; O rosto da memória
- Dias Gomes - (1922) - O pagador de
promessas; O rei de Ramos; O santo inquérito; Vargas
(teatro); Odorico, o bem amado (prosa)
- Domingos Pellegrini Jr. (1949) - Os
meninos; Paixões; As sete pragas; Os meninos crescem
(contos)
- Eduardo Alves da Costa - (1936) - Poesia
viva; Salamargo (poesia); Fátima e o velho; Chongas
(prosa)
- Edla Van Steen - Antes do amanhecer; Cio;
Memórias do medo; Corações mordidos (prosa)
- Esdras do Nascimento (1934) - Solidão em
família; Tiro na memória; Engenharia do casamento;
Paixão bem temperada; Variante Gotemburgo; Os jogos
da madrugada (prosa)
- Fernando Sabino (1923) - O encontro
marcado; O grande mentecapto; O homem nu; Deixa o
Alfredo falar!; O gato sou eu (prosa)
- Geraldo Ferraz (1906-1979) - Doramundo; KM
63 (prosa)
- Gianfrancesco Guarnieri (1934) - Eles não
usam black-tie; Gimba; Arena conta Zumbie Arena
conta Tiradentes (em parceria com Augusto Boal);
Marta Saré; Um grito parado no ar; Ponto de partida
(teatro)
- Haroldo de Campos (1929) - Auto do
possesso; O âmago do ômega; Servidão de passagem;
Xadrez de estrelas; Poemas em noites grandes;
Galáxias (poesia)
- Hilda Hilst (1930) - Balada de Alzira; Ode
fragmentária; Sete cantos do poeta para o anjo;
Cantares de pedra e predileção (poesia)
- Ignácio de Loyola Brandão (1937) - Depois
do sol; Bebel que a cidade comeu; Pega eles,
silêncio; Zero; Cães danados; Cadeiras proibidas;
Dentes ao sol; Não verás país nenhum; É gol; Cabeças
de 2ª feira; O verde violentou o muro; O beijo não
vem da boca (prosa)
- João Ubaldo Ribeiro (1941) - Sargento
Getúlio; Vila Real; Viva o povo brasileiro (prosa)
- José Cândido de Carvalho - (1914) - O
coronel e o lobisomem (romance)
- José Lino Grünewald (1931) - Um e dois
(poesia)
- José J. Veiga (1915) - A hora dos
ruminantes; Os cavalinhos de platiplanto; Sombras de
reis barbudos (prosa)
- José Mauro de Vasconcelos (1920-1984) -
Rosinha, minha canoa; Barro blanco; As confissões de
Frei Abóbora; O meu pé de laranja-lima; Rua descalça
(prosa)
- José Paulo Paes (1916) - Poemas reunidos;
Anatomia da musa (poesia)
- Josué Montello (1917) - Janelas fechadas; A
luz da estrela morta; A décima noite; Os tambores de
São Luiz (prosa)
- Lourenço Diaféria - (1933) - Um gato na
terra do tamborim; A morte sem colete (prosa)
- Luiz Fernando Veríssimo (1936) - Amor
brasileiro; Pega pra Capitu; A mesa voadora; Humor
de 7 cabeças; Ed Mort; Sexo na cabeça; O analista de
Bagé; O gigolô das palavras; A velhinha de Taubaté;
O popular; A mãe de Freud; A mulher do Silva (prosa)
- Luiz Villela - (1943) - Tremor de terra;
Tarde da noite (contos)
- Lia Luft (1938) - As parceiras; A asa
esquerda do anjo; Reunião de família; O quarto
fechado (prosa); O lado fatal (poesia)
- Lygia Fagundes Telles - (1923) - Ciranda de
pedra; Verão no aquário; O jardim selvagem; As
meninas; Seminário dos ratos; A disciplina do amor
(prosa)
- Márcio Souza - (1946) - Galvez, o imperador
do Acre; Mad Maria; A resistível ascensão de Boto
Tucuxi; A condolência (prosa)
- Marina Colassanti (1937) - Eu sozinha; E
por falar de amor; A nova mulher; Mulher daqui pra
frente; Zoológico; A morada do ser; Contos de amor
rasgados; Uma idéia toda azul (prosa)
- Mário Chamie - (1933) - Lavra-lavra;
Indústria; Now tomorrow mau; Plano plenário (poesia)
- Mário Palmério (1916) - Vila dos Confins;
Chapadão do Bugre (prosa)
- Mário Quintana (1906) - Rua dos cata
ventos; Sapato florido; O aprendiz de feiticeiro;
Apontamentos de história sobrenatural; Canções;
Caderno H (poesia)
- Mauro Gama (1938) - Anticorpo; Corpo verbal
(poesia)
- Millôr Fernandes - (1924) - Computa,
computador, computa; Trinta anos de mim mesmo;
Fábulas fabulosas; Composições infantis; Que país é
este? (prosa)
- Moacyr Scliar - (1916) - O pirotécnico
Zacarias; O convidado (prosa)
- Nélida Piñon - (1935) - A casa da paixão;
Sala de armas; A república dos sonhos (prosa)
- Oduvaldo Vianna Filho - (1936-1974) -
Chapetuba futebol Clube; Corpo a corpo; Rasga
coração; Papa Highirte (teatro)
- Osman Lins - (1924-1978) - Nove novena; O
fiel e a pedra; Avalovara; A rainha dos cárceres da
Grécia
- Paulo Leminski - (1944-1989) - Caprichos e
relaxos (poesia); Catatau (prosa)
- Paulo Mendes Campos (1922) - A palavra
escrita; O domingo azul do mar; O cego de Ipanema;
Trinca de copas; O cronista do morro (prosa)
- Pedro Nava (1903-1984) - Baú de Ossos;
Balão cativo; O círio perfeito (prosa)
- Plínio Marcos - (1935) - Dois perdidos numa
noite suja; Navalha na carne. Abajur lilás (teatro)
- Renata Pallottini (1931) - A casa; A faca e
a pedra; Noite a fora (poesia)
- Ricardo Ramos (1929) - Tempo de espera; Os
desertos; Toada para surdos; As fúrias; O
sobrevivente (prosa)
- Ronaldo Azeredo (1937) - Mínimo múltiplo
comum (poesia)
- Rubem Braga - (1913) - O homem rouco; Ai de
ti, Copacabana! (prosa)
- Rubem Fonseca (1925) - A coleira do cão;
Lúcia McCartney; Feliz ano novo; O caso Morel; O
cobrador; A grande arte; Os prisioneiros; Bufo e
Spallanzani (prosa)
- Samuel Rawett - (1929-1984) - Contos do
imigrante; Os sete sonhos; O terreno de uma polegada
quadrada (prosa)
- Stanislaw Ponte Preta (Sérgio Porto,
1923-1968) - Tia Zulmira e eu; Primo Altamirando e
elas; Rosamundo e os outros; Febeapá - Festival de
Besteiras que assola o país (2 volumes); As cariocas
(prosa)
- Thiago de Mello (1926) - Narciso cego;
Vento geral; Faz escuro mas eu canto porque a manhã
vai chegar (poesia)
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