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Como ponto de partida é
indispensável alertar os candidatos para o fato de que os vestibulares atuais
se enquadram dentro de duas orientações nitidamente distintas. Conhecê-las é
um requisito fundamental para a garantia de sucesso nas provas, já que cada uma
delas exige do candidato uma postura e uma preparação diferenciada.
Na falta de melhor
nomenclatura para designar essas duas tendências, vamos criar uma convenção:
vestibulares de orientação tradicionais e vestibulares de orientação
inovadora, ou simplesmente vestibulares tradicionais e vestibulares inovadores.
Os tradicionais tendem a
tratar os conhecimentos gramaticais como finalidade, algo que se justifica por
si mesmo; os inovadores vêem os mesmo conhecimentos como instrumentos exploráveis
para melhorar a capacidade de compreender e de produzir textos.
Os exames enquadrados no
primeiro tipo não se constrangem em valorizar a gramática pela gramática,
exigem o conhecimento de nomenclatura especializada e costumam elaborar questões
isoladas, sem a menor preocupação de situá-las dentro de um contexto.
As provas de feição
inovadora, quando cobram conhecimento gramatical, tendem a desprezar nomes e
termos técnicos. As questões exigem do candidato a competência de perceber
que sentidos os recursos gramaticais produzem no interior dos textos. Por isso
raramente essas questões são propostas fora de contexto. Em síntese, em vez
de perguntar o que é, pergunta-se dominantemente como funciona.
Não é preciso dizer que
os vestibulares sob essa orientação dão muito mais importância à leitura e
à produção de textos do que os tradicionais. Estes privilegiam a memorização,
a correção gramatical pura e simples e são elaborados dominantemente sob a
forma de testes. Os inovadores dão mais destaques à compreensão e à
interpretação do funcionamento das formas e mecanismos da língua e são
dominantemente constituídos de questões escritas.
Nem seria preciso
ressaltar que cada uma dessas orientações obedece a concepções diferentes
sobre o ensino do Português e que persegue resultados diferentes. Por conseqüência,
cada uma requer do candidato um tipo de habilitação diferente. Ocorre, porém,
que raramente o candidato se submete a um só vestibular, o que o obriga a estar
preparado para os dois modelos acima descritos. Não é demais alertar para o
fato de que cada um deve ter noção do tipo de prova que vai enfrentar.
Acompanhe os exemplos
abaixo:
Vestibular tradicional
(FAAP) - “1 No meio dela
(confusão), Capitu olhou alguns instantes para o cadáver tão fixa, tão
apaixonadamente fixa, /2 que não admira /3 lhe saltassem algumas lágrimas
poucas e caladas”.
Há no período três orações
já separadas pela barra vertical e enumeradas, cujas classificações assim se
fazem:
a) 1 - absoluta 2 - causal
3 - objetiva direta
b) 1 - principal 2 - consecutiva 3 - subjetiva
c) 1- coordenada 2 - final 3 -objetiva indireta
d) 1 - aditiva 2 - temporal 3 - predicativa
e) 1 - absoluta 2 - proporcional 3 - coordenada
Resposta: b
Vestibular inovador
(U.F. Uberlândia) “Dois
meninos falam de suas aspirações e um deles diz:
- Eu sonho ganhar 20 mil
por mês, como meu pai
- Teu pai ganha 20 mil por mês?
- Não, ele também sonha ganhar”.
Na anedota acima, o humor
se estabelece pela ocorrência de uma sentença que permite duas interpretações.
a) Transcreva a sentença
em que ocorre a possibilidade de dupla interpretação.
Resposta: “Como meu
pai”.
b) Dê as duas interpretações
possíveis:
Resposta: O sonho do
menino é idêntico ao do pai: ganhar 20 mil por mês. O sonho do menino é
ganhar a mesma quantia que o pai: 20 mil por mês.
c) Reescreva a sentença,
desfazendo a dupla interpretação.
Resposta: Assim como
meu pai, eu sonho ganhar 20 mil por mês.
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DENOTAÇÃO E CONOTAÇÃO uma lição
A denotação é o primeiro sentido de um signo, de um termo.
Exemplo: "banana" denota uma fruta. A conotação consiste nos
múltiplos sentidos posteriores do signo. Exemplo: "João é um
banana". Aqui "banana" significa frouxo, destituído de vontade e
de personalidade. Outro exemplo: "Azul" denota uma cor; "Anderson
azulou", cujo significado é sumiu, saiu, fugiu. Portanto, a "gíria"
é sempre conotativa.
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As aspas ("...") são usadas em três casos:
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quando de citação literal, isto é, a reprodução de uma frase
de outra pessoa da maneira pela qual ela foi formulada. Exemplo: o rei Luís
XVI disse: "o Estado sou eu";
-
quando do uso de palavras estrangeiras. Exemplo: o "establishment"
(sistema dominante e institucionalizado) é conservador. Outro exemplo: a
publicidade, muitas vezes, utiliza o "outdoor". Atenção:
não se usam aspas em palavras latinas, pois o Latim é a base do português.
Exemplo: é preciso defender o status quo (o que existe atualmente). Outro
exemplo: os conservadores desejariam retornar ao status quo ante (situação
anterior, passada);
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quando do uso de termos no plano conotativo. Exemplo: esta aula
foi "animal". Animal denota fera; no nível conotativo da gíria
significa "fantástico", "excepcional". Outro exemplo:
ela é uma "gata". Gato denota um tipo de felino; no plano
conotativo quer dizer "bonita", "atraente".
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Algumas
Figuras de Linguagem
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As figuras de linguagem são recursos expressivos de uma língua. São
maneiras de redigir e falar que fogem do discurso literal denotativo,
visando informar de maneira conotativa e criativa. Elas ajudam a evitar os
"clichês", isto é, frases feitas de uso corrente e pouco
imaginativas. A cada aula ensinaremos duas figuras de linguagem para você
entender e usar.
A METÁFORA consiste numa comparação implícita, ou seja,
uma comparação na qual não se usa o termo como. Exemplo: o
Mauricio é forte como um leão. Nesta frase não há metáfora, trata-se de
uma mera comparação. Agora: Mauricio é um leão. Repare que na
segunda proposição (frase) não aparece o termo como. O leitor
deduz que a força do Mauricio é leonina. Como já dissemos, nesse caso, a
comparação está implícita. Outro exemplo: Joana é burra como uma
porta (comparação); Joana é uma porta (metáfora).
A CATACRESE consiste no deslocamento do sentido original,
denotativo, do termo. Exemplo: "enterrei o prego no pé".
Ora, "enterrar" significa enfiar algo na terra e não no pé, o
que implica um afastamento do primeiro sentido do termo. Outro exemplo: "embarquei
no avião". Embarcar é entrar no barco, portanto "embarcar no
avião" é uma catacrese. Mais um exemplo: "pé da mesa".
Você bem sabe que mesa não tem "pé"; o uso de "pé da
mesa" é uma analogia, pois a estrutura de sustentação da mesa lembra
um pé. Ainda mais: "bico do bule", o mesmo caso de "pé
da mesa"; "comprei azulejos amarelos". "Azulejo"
significa uma peça de decoração de cor azul. Portanto, azulejos
amarelos deslocam o sentido original da palavra "azulejo".
O EUFEMISMO é o uso de um termo ou expressão no
lugar de outro termo ou expressão considerado chocante ou desagradável.
Exemplo: "Maria foi desta para melhor" em lugar de
"falecer". Outro exemplo: "Joana deu à luz" ao invés de
"pariu"
A HIPÉRBOLE é a figura que consiste em enunciar
um conceito com exagero. Exemplo: "Eu já falei isso um milhão de
vezes". Outro exemplo: "Seu discurso era tão caudaloso quanto
o rio Amazonas".
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Pleonasmo é a repetição do mesmo conceito. Ele pode
ser "vicioso" quando aplicado de forma redundante. Exemplos:
"entrar para dentro"; "subir para cima", etc. O pleonasmo
também pode ser uma figura de estilo se usado como "ênfase".
Exemplo: "vi com meus próprios olhos"; "pisei com meus próprios
pés".
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Em
cores compostas formadas por adjetivo + adjetivo, só o segundo
elemento varia.
Escreva
Roupas azul-claras, cadeiras verde-amareladas
Exceções: azul-celeste e azul-marinho são invariáveis
Não escreva
Roupas azul-marinho, cadeiras azul-celeste
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À
medida que significa à proporção que, ao mesmo tempo que,
conforme.
Na medida em que corresponde a tendo em vista que.
Escreva
À medida que o tempo passava, sentia-se melhor.
Na medida em que não havia provas, saímos da escola.
Não escreva
À medida que o trabalho terminou, ele foi passear.
Na medida em que chovia, as ruas iam se alagando.
Jamais escreva À medida em que (esta locução não existe)
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A
locução ao contrário só deve ser usada quando a situação
indicar oposição, no mesmo sentido de ao invés de. Quando a
situação for de substituição ou alternativa, use
diferentemente, de modo diferente ou em vez de.
Escreva
Ela esqueceu as regras gramaticais.
Ele esqueceu-se das regras gramaticais.
Ela lembrou o compromisso.
Ele lembrou-se de comprar o leite.
Não escreva
Ela esqueceu de virar à direita no sinal.
Ele lembrou de comprar o leite.
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Não
use a mesma preposição para verbos que têm regências
diferentes.
Escreva
Ela viu o desfile e gostou dele.
Muitos eleitores analisaram o candidato e votaram nele.
Foi ele quem planejou o evento e cuidou da realização dele.
Não escreva
Ela viu e gostou do desfile de ontem.
Muitos eleitores analisaram e votaram no candidato.
Foi ele quem planejou e cuidou da realização do evento.
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Debaixo
é sempre seguido da preposição de e significa sob, contrário
de acima. De baixo, separado, só pode ser usado em oposição a
cima.
Escreva
Escondeu-se debaixo da mesa.
Enfiou-se debaixo das cobertas.
É um rapaz que veio de baixo.
A parte de baixo da estante começava a se desfazer.
Não escreva
Começou a reforma debaixo para cima.
O garoto saiu debaixo da cadeira.
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Não
se usa a preposição em para indicar o material de que alguma
coisa é feita. A preposição a ser usada é de.
Escreva
Relógio de ouro, blusa de seda, tapete de lã; calça de algodão;
camisa de cetim, calça de gorgorão, minissaia de helanca
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Não
confunda em função de com em razão de, por causa de. Em função
de só deve ser usada com a idéia de finalidade ou de dependência.
Escreva
Vivia em função da família.
Preparei o relatório em função das características do
mercado.
As inundações ocorreram por causa do entupimento do bueiro.
Não escreva
As inundações ocorreram em função do entupimento do bueiro.
Em função das chuvas de ontem, o trânsito ficou caótico.
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E
nem pode ser usado em dois casos:
1) Se antes da expressão houver uma afirmação.
2) Se antes da expressão houver uma negação e e nem não
trouxer sentido de adição.
Escreva
É o que sempre promete e nem (mas nem) sempre realiza;
Ele não foi, e nem por isso cancelaram o espetáculo.
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E
sim significa mas.
Por isso o advérbio sim não pode estar entre vírgulas.
A única vírgula possível é antes do e.
Escreva
Maria não foi à feira, e sim ao supermercado.
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É
impróprio o uso de qualquer em frases negativas no lugar de
nenhum.
Escreva
O time não tem nenhuma possibilidade de vitória.
O time não tem possibilidade alguma de vitória.
Não escreva
O time não tinha qualquer possibilidade de vitória.
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Usa-se
hífen em expressões ou orações transformadas em substantivo.
Escreva
O entra-e-sai da sala estava me deixando nervosa.
Foi um salve-se-quem-puder.
Despediu-se com um seco boa-noite.
Não escreva
Boa-noite, meu filho.
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Ao
invés de significa ao contrário de, só é usado para eventos
ou situações opostas. Em vez de significa em lugar de, é
usado para indicar substituição.
Escreva
Ao invés de virar à direita, ele enveredou pela esquerda.
Em vez de seguir a carreira do pai, preferiu estudar astrologia.
Não escreva
Ao invés de terminar a pesquisa, ela foi dormir.
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Use
a locução junto a apenas quando equivaler a perto de ou a
adido a
Escreva
Minha mãe sentou-se junto ao irmão e chorou.
O programa atualiza os arquivos no servidor.
Não escreva
O programa atualiza os arquivos junto ao servidor.
Ele fez uma pesquisa junto aos representantes sindicais.
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Antes
de verbo no particípio, o correto é empregar mais bem em vez
de melhor.
Escreva
Esta cena foi mais bem encenada do que a outra.
Não escreva
Esta cena foi melhor encenada.
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Antes
de verbo no particípio, o correto é empregar mais bem em vez
de melhor.
Escreva
Esta cena foi mais bem encenada do que a outra.
Não escreva
Esta cena foi melhor encenada.
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É
incorreto o uso de mesmo e suas flexões como substituto de
pronome ou substantivo
Escreva
Vi seus irmãos.
Eles me pediram um conselho.
Fomos ao teatro no sábado.
Ele estava lotado.
Não escreva
Vi seus irmãos.
Os mesmos me pediram um conselho.
Fomos ao teatro no sábado.
O mesmo estava lotado.
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A
partir de significa a começar de, a datar de e marca o início
de algo no tempo e no espaço. Além disso, a locução carrega
uma noção de continuidade. Não use a partir de com o sentido
de com base em ou para introduzir eventos pontuais.
Escreva
A partir daquela experiência, ela nunca mais foi a mesma.
A seleção dos alunos aconteceu com base na notas.
A amizade entre eles nasceu de uma visita à viúva.
Vargas implanta, com um golpe de Estado, o Estado Novo.
Não escreva
A seleção dos alunos foi feita a partir da indicação de
professores.
A amizade entre eles nasceu a partir de uma visita à viúva.
Vargas implanta, a partir de um golpe de Estado, o Estado Novo.
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Não
use por conta de como sinônimo de por causa de, em razão de,
mas no sentido de a cargo de, sob responsabilidade de.
Escreva
A elaboração da planta ficou por conta do doutor Ruy.
Por causa do novo trabalho, o pai não poderá tirar férias.
Não escreva
Por conta do novo trabalho, o pai não poderá tirar férias.
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Use
o adjetivo próximo e suas flexões apenas para designar aquilo
que seja seguinte ao momento atual, o futuro do presente. Use o
adjetivo seguinte para designar o que (se) segue; o que vem ou
ocorre depois; o subseqüente. Nesse caso o ponto de referência
não é o presente.
Escreva
As próximas vezes serão iguais.
As vezes seguintes foram iguais.
O assassino de Laura só será mostrado no próximo capítulo.
Não escreva
As próximas vezes foram iguais.
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Não
varia se for adjunto adverbial (se estiver modificando o verbo).
Varia se for adjetivo - e será adjetivo em duas situações: o
quando houver verbo de ligação e próximo, portanto, for
predicativo. o quando próximo estiver modificando um nome, for
adjunto adnominal.
Escreva
Não conseguiu chegar próximo à área adversária.
A nave aterrissou próximo à minha casa.
Aurora estava próxima da rua onde nasceu.
Os moradores permaneceram próximos ao rádio.
As ruas próximas ao mercado estavam inundadas.
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Não
use vírgula antes do gerúndio que descreve o modo como algo
foi feito ou antes de gerúndio que introduz uma ação simultânea
à do verbo anterior.
Escreva
Costuma resolver os problemas profissionais mudando de emprego.
Gostava de dirigir ouvindo música. Sempre falou mexendo os braços.
Ponha vírgula antes do gerúndio que introduz uma ação que é
conseqüência da ação expressa pelo verbo anterior ou uma idéia
de continuidade.
Escreva
As nuvens se formaram aos poucos, cobrindo toda a cidade.
A ginástica reforça a musculatura das pernas, aumentando seu
diâmetro.
Não gostava de viajar, perdendo com isso diversas oportunidades
de emprego.
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Escreve-se
se não, em duas palavras, quando a expressão equivaler a: caso
não, quando não.
Escreve-se senão, numa única palavra, quando a expressão
significar ao contrário, de outro modo.
Escreva
Se não estiver ouvindo, falarei mais alto.
Muitos dos setores, se não todos, já começaram os trabalhos.
Batalhe, senão você não passará no vestibular.
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O
artigo definido (o/a) é usado no lugar do possessivo (seu/sua)
antes do nome de partes do corpo, peças de roupa, faculdades do
espírito e relações de parentesco.
Escreva
Esqueceu completamente a avó.
Laís mexeu a cabeça e sorriu.
Não escreva Laís mexeu a sua cabeça.
Passou o braço no ombro do seu pai e choraram juntos.
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Use
hífen sempre que super ligar-se a um nome próprio ou sigla.
Escreva
Super-Mário, super-Natal, super-Londres
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