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GRAVITAÇÃO
UNIVERSAL
Gravitação
universal e a forca de atração que age entre todos os objetos pôr causa da
sua massa - isto e, a quantidade de matéria de que são constituídos. A
gravitação mantém o universo unido. Pôr exemplo, ela mantém juntos os gases
quentes no sol e faz os planetas permanecerem em suas órbitas. A gravidade da
lua causa as mares oceânicas na terra. Pôr causa da gravitação, os objetos
sobre a terra são atraiçoa em sua direção. A atração física que um
planeta exerce sobre os objetos próximos e denominada forca da gravidade.
Ainda que os efeitos da
gravidade sejam fáceis de notar, a busca de uma explicação para a forca
gravitacional tem embaraçado o homem durante séculos. O antigo filosofo grego Aristóteles
empreendeu uma das primeiras tentativas de explicar como e pôr que
os objetos caem em direção a Terra. Entre suas conclusões,estava a idéia de
que os objetos pesados caem mais rápidos que os leves. Embora alguns tenham- se
oposto a essa idéia, ela foi comente aceita ate o fim do sec. XVII. Nesta época,
os ensinamentos do cientista italiano Galileu, que divergiam das antigas concepções, ganharam aceitação. De acordo com eles, todos os objetos caiam com
a mesma aceleração (variação de velocidade), a menos que a resistência do ar
ou alguma outra forca os freasse.
Os antigos astrônomos
gregos estudaram os movimentos dos planetas e da Lua. Entretanto, esse
movimentos só foram corretamente explicados no final do sec. XVII, quando o
cientista inglês Isca Newton baseou sua explicação em cuidadosa observações
dos movimentos planetários, levados a cabo pôr dois astrônomos do final do
sec. XVI e do inicio do sec. XVII-Tycho Brahe, dinamarquês, e Johannes Kepler,
alemão. Quando Newton tinha 23 anos, ele viu uma maca cair de uma arvore.
Compreendeu que a mesma forca que fazia cair também mantinha a Lua em sua órbita
em torno da Terra. A partir de leis descobertas pôr Kepler, Newton
mostrou que tipos de forcas devem ser necessárias para manter os planetas em
suas órbitas. Ele calculou como a forca deveria ser na superfície da Terra.
Essa forca provou ser a mesma que da a maca sua aceleração.
TEORIA NEWTONIANA DA
GRAVITAÇÃO
Essa teoria diz que a
forca gravitacional entre dois objetos e proporcional (relacionada diretamente)
a grandeza de suas massas. Isto e, quanto maior e a massa, maior e a forca entre
dois objetos. A teoria refere-se mais propriamente a massa do que ao peso,
porque o peso de um objeto sobre a Terra e na realidade a forca da gravidade da
Terra sobre este objeto. Em planetas diferentes, o mesmo objeto teria pesos
diferentes, mas a massa seria sempre a mesma. Alem disso, a forca gravitacional
e inversamente (opostamente) proporcional a distancia entre os centros de
gravidade dos dois objetos elevado ao quadrado (multiplicada pôr ela mesma). Se
a distancia entre os dois objetos dobra, a forca entre eles se torna 1\4 da
forca original.
A teoria Newtoniana também
explica pôr que um objeto perderia peso se fosse posto dentro da Terra. Ele
pesaria menos porque só a parte da Terra embaixo dele o puxaria para baixo. No
centro da Terra, o objeto não pesaria nada.
Newton publicou sua teoria
da gravitação em 1687. Durante os 200anos seguintes, os cientistas observaram
um único fato que não estava de acordo com a teoria. Era o movimento do
planeta Mercúrio, e o desacordo era muito pequeno.
TEORIA EINSTENIANA DA
GRAVITA
Em 1915, o físico
alemão Albert Einsten, naturalizado norte-americano, anunciou sua teoria da
relatividade geral. Ainda que a teoria de Einsten envolvesse uma completa mudança
nas idéias sobre gravitação, ela explicava mais do que contradizia a teoria
de Newton. Ela dava resultados que diferiam apenas levemente daqueles calculados
com a teoria de Newton. Quando a teoria de Einsten foi usada para calcular o
movimento de Mercúrio,os cálculos estavam exatamente de acordo com os
movimentos observados do planeta. Esta foi a primeira confirmação da teoria. A
teoria da relatividade geral e baseada em duas hipóteses. A primeira e a de que
qualquer movimento e quaisquer medições do espaço e do tempo são relativos.
O movimento e as medições dependem do lugar no universo em que são feitos. A
massa e distribuída de maneira desigual pelo espaço, de modo que as forcas
gravitacionais são desiguais em lugares diferentes. Conseqüentemente, a própria
medida do espaço varia. As equações matemáticas que mostram como as medidas
variam descrevem uma superfície no espaço. Onde quer que ocorram grandes
forcas gravitacionais, existem um grande campo gravitacional e a superfície e
pronunciadamente curva. Onde as forcas são pequenas, a superfície e achatada.
A segunda hipótese da
teoria de Einsten e a de que os raios de luz e todos os objetos sobre os quais
age apenas a gravitação movem-se ao longo de linhas geodésicas imaginarias no
espaço. E uma reta em uma superfície plana, e uma circunferência em uma
superfície esférica.
Sabendo-se como varia uma
superfície, e possível predizer o movimento de um objeto ou de um raio de luz,
viajando pôr uma região muito curva do espaço, mover-se-á pôr um caminho
curvo. Isto foi confirmado em 1919 pôr medições do desvio de raios de luz
provenientes de estrelas distantes.
ONDAS GRAVITACIONAIS
Muitos cientistas crêem
que uma variação no campo gravitacional pode emitir ondas gravitacionais.
Contudo, essas ondas - se existe - seriam difíceis de detectar.
Em 1969, o físico
norte-americano Joseph Weber relatou os resultados de uma experiência para
detectar ondas gravitacionais. Nela, Weber usou dois detectores de radiação
gravitacional pôr ele desenvolvidos. Eles foram colocados a mais de 970km de
distancia um do outro, de modo que as vibrações ou outras variações locais
no campo gravitacional da Terra não seriam indicados pôr ambos detectores no
mesmo instante. Desse modo, quando os dois detectores foram ativados só mesmo
tempo, Weber concluiu que ondas pelos detectores. Muitos cientistas, entretanto,
Tem duvidas quanto a validade deste experimento.
SISTEMA PLANETÁRIO
PLANETA e qualquer um dos
nove maiores objetos que se movimentam em torno do Sol. A Terra e um planeta que
se desloca em volta do Sol uma vez pôr ano. Contando a partir do Sol , os
planetas são Mercúrio, Vênus Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e
Plutão. O Sol, os planetas e seus satélites (luas), e objetos menores chamados
asteróides, meteoros e cometas constituem o sistema solar.
O Sol e as estrelas são
esferas gigantescas e brilhantes de gases quentes. Os planetas são corpos
escuros e sólidos, muito menores que o Sol e as estrelas. A principal diferença
entre os planetas e as estrelas reside no fato de que as estrelas produzem seus
próprios calor e luz, enquanto os planetas não.
Toda luz e quase todo
calor dos planetas procede do Sol. Seis dos planetas - Mercúrio, Vênus, Marte,
Júpiter, Saturno e Urano - são suficientemente luminosos para serem vistos da
Terra sem um telescópio.
Os planetas e as estrelas
parecem muito no céu noturno, mas existe duas maneira de diferencia-los. Em
primeiro lugar o planeta brilha com luz constante, e as estrelas dão impressão
de faiscar. Em segundo lugar, os planetas mudam suas posições em relação as
estrelas. Esse movimento foi inicialmente notado pelos gregos, que chamaram os
objetos moveis planetes, que significa errantes.
Os planetas diferem muito
em dimensão e na distancia do Sol. Todos reunidos pesam menos que 1/100 da
massa do Sol. O diâmetro de Júpiter, o maior planeta, e aproximadamente
quase/10 do diâmetro do Sol. E ainda assim, Júpiter tem quase 30 vezes a
dimensão Mercúrio, o menor planeta. A Terra e os três outros planetas mais próximos
do Sol são ate certo ponto semelhantes em dimensão. São chamados planetas telúricos
(semelhantes a Terra). Os quatros planetas maiores estão muito mais afastado do
Sol e são denominados grandes planetas. Os astrônomos conhecem pouco a
respeito de Plutão, e não classificam em nenhum dos dois grupos.
Os astrônomos não
acreditam que exista qualquer planeta mais afastado do que Plutão. Mas estão
quase certos de que a maioria das estrelas do universo tem planetas que rodam ao
seu redor. Existem mais de 100bilhoes de estrelas na galáxia (grupo de
estrelas) que inclui o Sol, e mais de 100bilhoes de outras galáxias podem ser
vistos no universo. Imagine que uma estrela de cada galáxia tivesse um planeta
como a Terra, e que existisse vida inteligente em um de cada milhão desses
planetas. Existiriam 100mil planetas com vida inteligente.
COMO OS PLANETAS SE MOVEM
Vistos da Terra, os
planetas e as estrelas se movem para o oeste através do céu. Uma pessoa com um
telescópio para observar um planeta e obrigada a gira-lo constantemente para
manter o planeta sob visão. De noite para noite, alem de seu movimento através
do céu, cada planeta muda levemente para o leste sua posição em relação as
estrelas. Em determinadas épocas, a posição de um planeta pode deslocar-se
temporariamente para o oeste, mas sempre volta a sua mudança regular para o
leste.
OS PLANETAS VARIAM EM
DIMENSÃO de Júpiter, que tem um diâmetro 11 vezes maior que a Terra, a Mercúrio,
que tem um diâmetro menor que a metade do diâmetro terrestre.
OS EIXOS DOS PLANETAS, em
linhas continuas, são linhas imaginarias em torno das quais os planetas giram.
O eixo de um planeta não e perpendicular a sua trajetória em torno do Sol, mas
inclina-se em relação a posição perpendicular, em linhas interrompidas. As
inclinações de Mercúrio e Plutão não são conhecidas.
NA
ÓRBITA DO SOL. Todos os
planetas se deslocam em volta do Sol na mesma direção. Três leis do movimento
dos planetas descrevendo suas órbitas foram publicadas no sec. XVII pelo astrônomo
alemão Johanes Kepler.
A Primeira Lei de Kepler
afirma que os planetas se movem em órbitas elípticas (de forma oval). Em conseqüência
disso, os planetas estão um pouco mais próximos do Sol em alguns pontos de
suas órbitas que em outros. Atinge 152.100.000km do Sol em seu afélio (ponto
mais afastado do Sol).
A Segunda Lei de Kepler
também e conhecida como lei das áreas. De acordo com esta lei, uma linha
imaginaria entre o Sol e um planeta passa através de áreas iguais em períodos
de tempo iguais. Quando um planeta esta em seu ponto mais próximo do Sol, a
linha passa através de uma larga, mas curta, porque o planeta se move mais
depressa ali. Quando o planeta esta em seu ponto mais distante do Sol e se move
mais devagar, a linha passa através de uma área estreita, mas longa, em um
igual período de tempo.
A Terceira Lei de Kepler
postula que o período orbital (o tempo necessário para que um planeta gire em
torno do Sol) de um planeta depende de sua distancia media do Sol. De acordo com
essa lei, o resultado do quadrado do período dividido pelo cubo da distancia e
o mesmo para todos os planetas. Pôr exemplo, um planeta quatro vezes mais
distante do Sol que outro planeta leva oito vezes mais tempo para girar em torno
do Sol. Essa lei foi utilizada outrora para encontrar a distancia media de um
planeta ao Sol depois de ter sido medido seu período orbital.
ROTAÇÃO. Cada planeta
gira sobre si mesmo enquanto revolve em volta do Sol. O período de rotação (o
tempo necessário para um planeta girar uma vez sobre si mesmo) de um planeta
varia de menos de 10h para Júpiter a 243 dias para Vênus. A Terra gira uma vez
sobre si mesma todas as 24h, ou um dia.
Cada planeta gira em torno
de seu eixo de rotação, uma linha imaginaria através de seu centro. Eixo de
rotação não e perpendicular (forma um angulo de 90 graus) ao rumo da órbita do planeta. Inclina-se a um angulo determinado da posição perpendicular. O
eixo da Terra, pôr exemplo, inclina-se aproximadamente 23 graus. Pôr causa da inclinação, os equadores dos planetas nem sempre estão diretamente voltados
para o Sol. Como conseqüência, as metades norte e sul do planeta não são
uniformemente aquecidas pelo Sol através do ano.
O ESTUDO DOS PLANETAS
Os homens começaram a
estudar os planetas ha milhares de anos. Guardaram registros de como os planetas
se moviam e de como sua luminosidade variava. O movimento dos planetas não foi
bem compreendido ate o sec. XVII. Atualmente, ainda muitas perguntas permanecem
sem resposta sobre as condições nos planetas.
A EXPLICAÇÃO DO
MOVIMENTO DOS PLANETAS acarretou uma das mais interessantes controvérsias da
historia da ciência. O debate envolveu duas teorias importantes.
Uma teoria do movimento
dos planetas foi proposta pôr volta de 150 d.C. pôr Ptolomeu, astrônomo
grego. Ptolomeu acreditava que a Terra era o centro do universo. Pensava que o
Sol e os planetas se deslocavam em torno da Terra uma vez pôr dia. Sua teoria
explicava o que as pessoas viam no céu, e guiou o pensamento pôr mais de mil
anos.
A
controvérsia começou em
1543, quando o astrônomo polonês Nicolau Copérnico sugeriu que a Terra e os
outros planetas se moviam em volta do Sol. Essa teoria facilitou a descricao do
movimento dos planetas, e os astrônomos logo começaram a adota-la. Contudo, os
lideres religiosos acusaram Copérnico de insensato pôr afirmar que a Terra era
somente mais um planeta. Proibiram o uso de seus escritos ate 1757.
As descobertas de outros
astrônomos convenceram gradualmente o povo de que a teoria de Copérnico era
correta. A teoria de Copérnico adquiriu base quando Isca Newton, da Inglaterra,
descobriu sua lei da gravitação universal pôr volta de 1665. Essa lei
descrevia a Atração do Sol sobre os outros planetas.
OBSERVAÇÕES
APERFEIÇOADAS. Depois que o movimento dos planetas foi compreendido, os astrônomos
iniciaram estudos detalhados sobre os planetas em separado. Com melhores telescópios, que tinham maior capacidade de aumento, mediram as
dimensões,
descobriram as cores e outras características dos planetas. Também foram
revelados os planetas mais distantes - Urano, Netuno e Plutão.
A descoberta de que os
planetas emitiam ondas de rádios e os estudos dessas ondas levaram a um maior
conhecimento das condições de cada planeta. Durante a era espacial, medidas
mais exatas tem sido efetuadas e alguns dos planetas foram fotografados do espaço.
OS SATÉLITES
Para um
satélite ser
colocado em órbita, ele e levado, pôr meio de foguetes ate a altura h desejada.
Esta altura varia de satélite para satélite, mas não deve ser inferior a cerca
de 150km, para que, na região onde o satélite se movimenta, a atmosfera
terrestre já esteja altamente rarefeita e assim, a forca da resistência do ar não
perturbe o movimento do satélite.
Para que a
trajetória do satélite seja uma órbita circular em torno da Terra, a velocidade horizontal v
devera ser um valor determinado. Isto porque a forca F de atração da Terra
deve proporcionar a forca centrípeta necessária para este movimento.
Uma vez colocado em
órbita e não existindo nenhuma perturbação, o satélite continuara girando,
indefinidamente, em torno da Terra.
CALCULO DA VELOCIDADE DO
SATÉLITE
Para se calcular a
velocidade que se deve ser dada a um satélite para que ele entre em órbita circular em torno da terra, o raio, r, de sua
órbita e dado pôr: r=R+h. Onde R
e o raio da Terra e h e a altura do satélite.
A forca F, de atração da
Terra sobre o satélite; e dada pôr F=G.M.N\T . Onde m e a massa do satélite e M
e a massa da terra. Esta forca pôr proporcionar a forca centrípeta que mantém
o satélite em órbita, podemos concluir que seu valor e igual a mv/r, que e a expressão
geral de uma forca centrípeta.
Temos portanto:
mv/r=G Mm/r onde v= GM/r
PERÍODO DOS SATÉLITES
E o tempo que um
satélite gasta para dar uma volta em torno do centro da Terra. Durante este tempo T, a
distancia percorrida pelo satélite será dada pôr 2..r (comprimento de sua órbita
circular). Então pôr se tratar de um movimento uniformemente, termos: 2..r
= vT onde T = 2..r/v
Esta
expressão nos
permitira calcular o período do satélite.
SATÉLITE
ESTACIONÁRIO
Um campo gravitacional do
Sol.
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