Colônias Francesas
na África
A França preocupara-se na África com a assimilação da
população nativa, formando uma elite afrancesada, ao mesmo tempo mantendo uma
enorme massa não-integrada.
Concessões francesas tentam em vão manter suas colônias:
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a ajuda das colônias à França na II Guerra Mundial predispõe o general
De Gaulle.
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Conferência de Brazzaville (1944) - os governadores das colônias
francesas optam por maior autonomia e representação no Parlamento Francês,
mas sem independência.
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a Constituição Francesa de 1946 trouxe novas disposições sobre as colônias:
direito de representatividade e assembléias locais eleitas por colégio
duplo (mistas).
Há rebeldia das colônias francesas mediterrâneas:
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Argélia - não concorda com o tratamento de colônia no Pós-Guerra -
inicia a luta armada (1954/1962), mantendo-se por 9 anos (represália
francesa violenta, fazendo muitas vítimas).
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Marrocos - rebelou-se em 1955, conseguindo a independência em 1956.
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Tunísia - em 1934, já tentara um movimento de independência liderado
por Habib Bourghiba, mas interrompido pela guerra - reata movimento
guerrilheiro após a II Guerra Mundial, até sua autonomia em 1953.
A França reacende a contemporização com a Lei de Deferre
(1956) - criada para conter o exemplo das colônias mediterrâneas, levando à
instituição da fragmentação da África francesa negra.
Em 1958, a França coloca duas opções:
Guiné - preferiu optar pela independência, sob a liderança de
Sekou Touré, que buscou auxílio no Ocidente e no Oriente - seu exemplo
bem-sucedido foi seguido depois por outras colônias (recebeu ajuda da URSS e da
China Popular).
A liquidação do Império Colonial Francês (1960), independências
do Sudão Francês, Camarões, Madagascar, Togo, Daomé, Niger, Alto Volta,
Costa do Marfim, Chade, Congo e Gabão, Mauritânia e Senegal (de Leopold
Senghor, que optou pelo socialismo).