O principal grupo de risco são jovens de 16 a 22 anos,
a infecção é mais comum em pacientes adolescentes, geralmente
mais sensíveis ao vírus, mas
pode contaminar
indivíduos de todas as idades.
Os principais sintomas são insônias compulsivas, acompanhadas de uma vontade
incontrolável de permanecer sobre os livros 24 horas por dia. Neuroses
relacionadas a fórmulas matemáticas e resumos de livros também são comumente
diagnosticadas.
Foram
observadas reações alérgicas a faculdades com um baixo nível
de ensino e cursinhos que não preparam o aluno adequadamente
para o vestibular.
Reações adversas: os
seguintes eventos adversos foram raramente relatados e não
podem ser distinguidos da história natural da doença provocada
pelo vírus QIV:
Foram observados alguns
casos de náuseas de fórmulas químicas e cálculos
estequiométricos. Essas reações são de pequena intensidade e
ocorreram em ocasiões muito raras e geralmente regridem sem
necessidade de tratamentos.
Reações contra fatos
históricos são leves e de moderada intensidade, sendo seus
efeitos colaterais mais comum: mudança de humor ou em especial
prisão de ventre.
Atinge o sistema nervoso
central ocasionando: confusão, tontura, cefaléia de baixa
intensidade, pesadelos com fórmulas, alucinações de ilusões
opticas, e distúrbios na memória.
A síncope deve ser tratada
mantendo-se o infectado em uma sala de aula ou em um plantão de
tira-dúvidas até que recobre seu estado mental natural.
Entretanto, a relevância
clínica destes eventos ainda não estão elucidadas. Não
existe na literatura, dados suficientemente seguros que o vírus
provoque alterações em exames vestibulares e simulados.
Precauções
e Advertências:
O tratamento mais indicado é a visita regular à seção Hora do Recreio. Para
maior eficácia, recomenda-se visitar também as demais seções do vestibular1.
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