Vestibular...temido por todos os
estudantes. Eu disse 'todos' porque existem diversificados tipos de estudantes: aqueles que
estudam na semana dos testes e acham que fizeram grande coisa, aqueles que dormiram e acordaram com os livros , os que souberam
dividir o tempo com atividades esportivas e sociais e aqueles que estão em busca do verdadeiro eu-interior e
não sabem porque ainda estão estudando
A verdade
é que todos temem em falhar. Pois decidimos nossas vidas num piscar de folhas preenchidas com milhares de perguntas que
aprendemos ao longo de três anos de segundo grau. Isso mesmo, três longos anos!
E por que devemos por em
prática em uma única prova se a mesma não nos define como excelentes estudantes ou
não prova todos os nossos conhecimentos ? O fato de uma ótima nota não significa muita
coisa.
Prova que o aluno estudou ao longo de um determinado
período ou até mesmo que tenha tido sorte ao sentar-se ao lado de um 'cdf'. Acho que
não deveria existir vestibular. E sim uma longa avaliação dentro do segundo grau ,onde o aluno mostraria que e capaz de
freqüentar uma ótima universidade por seu desempenho escolar e disciplinar - ganhando pontos extras com atividades ligadas a escola(esportes) e a projetos
sociais.
Dessa forma se avalia um aluno e acima
de tudo, um grande ser humano. Tenho como exemplo a minha experiência: a primeira vez que fiz
vestibular foi para adquirir conhecimento, já que estava no segundo ano do segundo
grau.
Eu não
tive ansiedade e tão pouco nervosismo pois não estava concorrendo uma vaga na universidade.Obtive dois
resultados diferentes, pois prestei concurso para o ENEM e UERJ. Minha nota em
português e redação do ENEM foram classificadas como as melhores do concurso mas em
matemática não tive o mesmo resultado.Na UERJ minha nota de matemática foi ótima
o que me deixou completamente confusa já que tudo se trata de números.
O exame do vestibular
é um método usado por reitores que o vêem como uma forma de avaliação - metódica
e ao mesmo tempo tradicional. Mas nós, estudantes, vemos a mesma como ultrapassada
inatingível aos nossos objetivos, como o sistema de ensino de hoje.