
A adoção do sistema de cotas para beneficiar alunos carentes foi
testada na prática em 2003 pela UERJ ( Universidade do Estado do Rio de
Janeiro), caso não haja decisões da Justiça que considerem a prática
inconstitucional.
A Origem dessa decisão
foi um projeto de lei enviado pelo governador Antony Garotinho para a Alerj (
Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro ) propondo que metade das
vagas das universidades estaduais fosse reservada a alunos oriundos da rede de
ensino estadual.
O Projeto recebeu
críticas da comunidade acadêmica das universidades estaduais (UERJ e UENF),
mas acabou sendo aprovado pela Alerj. A decisão já publicada no Diário
Oficial, pode já constar no edital de vagas das universidades para 2002
A reitoria da UERJ,
afirmou que a universidade respeitará a decisão, apesar de ter se
posicionado contra o projeto, pois não acreditava que a reserva de vagas vá
solucionar o problema da exclusão, porque ela não promove o estudante das
camadas menos favorecidas, que continuarão excluídos. Sua proposta era de
encontrar um processo seletivo menos excludente.