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 Tivemos todos do grupo não só a
oportunidade de discutir a Ead, como conhecer e testar
as inúmeras possibilidades dentro do ambiente virtual.
A condução pelo Professor Mattar, não poderia ser
melhor, conduzindo a todos dando um curso paralelo de
utilização geral do Second Life. Conseguiu fazer a
turma se habituar, aprender a estar, se comportar,
oportunidades para falar em chats escrito, falado,
controles de câmeras, enfim colocou os alunos dentro da
realidade virtual.
Veja como foi o Programa:
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03
de dezembro
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EaD:
conceitos e teorias
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Faculdades
Nordeste (Fanor)
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06
de dezembro
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História
da EaD
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Centro
Universitário Belas Artes de São
Paulo
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10
de dezembro
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Modelos
de EaD
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Universidade
Vale do Rio dos Sinos (Unisinos)
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13
de dezembro
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Ferramentas,
ambientes e tecnologias
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Montclair State University (EUA)
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17
de dezembro
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Novos
papéis para o aluno, o professor e a
instituição
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Universidade
de Aveiro (Portugal)
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18
de dezembro
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Direitos
autorais em EaD
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Instituto
Catarinense de Pós-Graduação
(ICPG)
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20
de dezembro
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O
futuro da educação a distância
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Cidade
do Conhecimento 2.0 (USP e parceiros)
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Conhecemos e interagimos em
lugares como Aveiro, Montclair
State University, na Unisinos, ou seja, lugares
diferentes, ambientes selecionados, fora da nossa
tradicional Ilha Vestibular Brasil, que não deixou de
ser um diferencial quando se fala em aluno universal.

Constatamos que a EaD se
caracteriza por ser uma modalidade que ocorre a separação
do professor/aluno e que essas novas técnicas de educação
permitem atividades assíncronas, desde que bem
planejadas. A EAD serve para democratizar a educação
em todos os seus níveis, oferecendo oportunidades de
estudo aos indivíduos que normalmente não podem
estudar devido à distância em que se encontram dos
grandes centros urbanos, àqueles que precisam trabalhar
durante o dia, ou àqueles que por razões de incapacitação
física não podem se locomover.
A autonomia do aluno está
intimamente ligada à sua disposição pelo aprendizado
e a motivação é fundamental. Pode ser, que um conteúdo
de qualidade por si só baste, mas com a interação que
agora se torna possível, os resultados serão melhores.
Desde os desenhos do homem da
caverna, passando pela correspondência, temos hoje
tecnologias e novas mídias que incorporam a modalidade
deixando arestas preenchidas. Quanto à produção e
distribuição de material pedagógico, as opiniões são
bem divergentes e que cada um também poderá adequar as
possibilidades à sua realidade, seja ela de autor,
tutor, aututor e etc.
Questões
como desenvolver, modificar, planejar anteriormente o
conteúdo deve estar ligado a quem quer ter liberdade
para usar o conteúdo como quiser, na hora em que
quiser, propor atividades diferentes dependendo da
turma, de suas capacidades e expectativas, não deixando
assim a EaD engessada, que depende também do ambiente
pessoal dos alunos que se espera atingir.

As ferramentas da Web 2.0
possibilitam oportunidades que são grátis e inclusive
com código aberto e devem ser aproveitadas. A
possibilidade de acesso à memória tecnológica,
comentada por alguém inclusive no meu modo de ver, é a
forma mais perfeita de se revisar tudo, na hora que se
quer ou pode, como ocorre em nosso Blog. Muito rico
inclusive nos resumos e orientações gerais passadas
por você. Os comentários norteiam e possibilitam
discussões que complementam o conteúdo de
aprendizagem.
Vimos que as ferramentas hoje
disponíveis são inúmeras e que possibilitam uma gama
imensa de chances de transmissão e absorção do
conhecimento. Os ambientes de aprendizagem se
multiplicam e como você Mattar disse, precisamos
adequar e testar para enfim escolher um mix próprio
dessas ferramentas, pois o controle das instituições
está com os dias contados.
Só testando essas ferramentas é
que teremos ou encontraremos o melhor caminho e o Second
Life representa neste momento para nós o espaço de
pioneirismo. Como você mesmo citou em seu Blog e no
final da última aula: “Existem aquelas raras ocorrências
em que, no momento, você pode sentir uma alteração,
você pode sentir uma completa mudança”.Acho que
mudei, como o vídeo-texto me mudou há 20 anos atrás,
ou seja, aprendendo a aprender.
O aluno universal e o aprendiz
virtual requerem ferramentas para um aprendizado contínuo
e permanente, inclusive de conhecimento aprofundado das
ferramentas, tendo habilidades e atitudes próprias.
Para
o professor surgem novas modalidades com o ensino a distância,
porém a capacitação é fundamental e deve ser
permanente para poder elaborar, planejar, organizar
conteúdos, livros, artigos, entre outras funções.

Para um avanço em Ead,
precisa-se de mudanças nas instituições. E não
podemos fazer comparações de modelos onde se preocupa
com o custo/benefício. Esses modelos deixam quase
sempre a qualidade de lado. Precisamos de novos valores
e estratégias dos pressupostos pedagógicos, com
flexibilidade.
EAD significa que o aluno não
vai mais ter que ir até a escola, mas a escola vai até
ele, significa que a escola não é mais apenas um lugar
geográfico para a aquisição de conhecimento e a
experiência prática que o Second Life pode
proporcionar, expande esse horizonte.
A meta da EAD deve ser em oferta
de aprendizagem sobre qualquer assunto, em qualquer
lugar, em qualquer hora, em qualquer mídia disponível
para o aluno. O
acesso global ao conhecimento, agora viabilizado através
das ferramentas vistas, é um fenômeno positivo e
recomendável, merecendo maiores aprofundamentos em
nossos gestores educacionais.
Para mais informações acesse: http://blog.joaomattar.com/11/
Ambiente
de Educação a Distância - devido ao ambiente peculiar do SL,
pesquisadores, como o Prof. Carlos Valente e João
Mattar concluem que o SL é uma verdadeira revolução
no tradicional E-Learning. Em Second Life e Web 2.0 na
Educação”, primeiro livro do mundo a tratar dessa
temática, os autores afirmam a existência de três
gerações de EaD. Na primeira geração o uso de mídias
mais clássicas como o rádio, tv e correio. Na EaD 2.0
o uso mais intensivo dos recursos da Internet, os
ambientes de aprendizagem como o LMS Moodle, ficando
caracterizado essa geração como E-learning. E agora a
EaD 3.0 com o uso de recursos de ambientes
tridimensionais, e ambientes de aprendizagem como o
SLOODLE que mixa o SL com o Moodle. Universidades como a
Anhembi-Morumbi, Mackenzie e a ESAB já tentam ocupar
seu espaço educacional nesse mundo virtual. A USP
lidera um mega-projeto chamado de Cidade do conhecimento
2.0, aonde algumas universidades brasileiras e outras
estrangeiras exploram esse ambiente do ponto de vista
educacional.
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