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O melhor, é não se deixar levar por
"fantasias persecutórias", enxergando o vestibular como prova de
eficiência na vida, o que pode gerar vários distúrbios psicossomáticos. Quando somos movidos pelo desejo, lutar por um ideal é fundamental,
saber competir. E isso vale para qualquer coisa na vida, não apenas para essa fase
de vestibular".
E agora, o que fazer
com a frustração? Desistir? Tentar outro curso? Ou esfriar a cabeça e começar
tudo de novo, em nome de um sonho? É claro que é difícil se conformar e
encarar mais um ano de pressão, ansiedade e livros e mais livros, fórmulas,
aulas e simulados nos finais de semana e noites sem dormir. Mas pense bem: como
você, um montão de outros jovens vivem essa mesma angústia de não ter
conseguido entrar na faculdade. O
que o aluno não pode é se conformar e desistir. Ou mudar na tentativa de
cursos considerados "mais fáceis", mas que não é a carreira
desejada. O conformismo cego que resultam de tendências negativas, ocorre com
os vestibulandos que renuncia a sua própria opinião, apenas para não destoar
do ponto de vista da maioria. Medicina é um bom exemplo: a
família estimula a insistência porque há uma identificação com o curso, que
é um ideal de profissão. Com outros cursos, é muito comum o
estudante mudar de opção. Depende muito da influência da história familiar de cada um insistir no curso
sonhado ou desistir e vislumbrar outras possibilidades.
Por mais que existam argumentos e consolo para quem não conseguiu conquistar
aquela tão sonhada vaga na faculdade, a verdade é que só com o tempo a
conformação vai tomando o lugar da frustração e alma vai se acalmando um
pouco para embarcar em uma nova tentativa. Tudo depende da motivação, que
impele e aluno a retomar o caminho à sonhada vaga.
Muita gente já vive essa experiência
há anos e ainda assim não desiste do sonho. Outros, cansados de tanto tentar,
acabam optando por um novo caminho e trocam o curso preferido por alguma
faculdade menos concorrida ou até por um curso técnico. Não
existe uma fórmula para superar essa fase; é preciso parar para fazer uma reavaliação
da situação, lembrando que um dos grandes problemas enfrentados pelo jovem na
escolha da profissão é a desinformação. Então informe-se melhor!
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