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As revelações sobre o nascimento do V1
Saiba como
de uma paixão de Pitágoras nasceu o nosso mascote!
A PAIXÃO DE PITÁGORAS
Navegando pelo Portal do Vestibular, numa certa página de
matemática, Pitágoras apaixonou-se por uma incógnita de uma
simples equação. Como você sabe, o amor pode ser de mais ou de
menos, é bom multiplicá-lo, mas horrível dividi-lo. Sua função
nem sempre é o resultado, mas nos leva a prismas elementares. A
probabilidade das desigualdades nem sempre é condição de
existência ou conseqüência da definição. Assim é o amor!
No primeiro diedro de dezembro, ele a encontrou numa turma de inequações, envolvida com certos exercícios e simulados que estão disponíveis no site. Apaixonado, Pitágoras a olhou do vértice à base, de todos os ângulos, agudos e obtusos, era linda! Possuía um olhar rombóide, uma boca trapezóide e um corpo cilíndrico. Estudou toda a geometria de suas formas, encontrando uma semelhança nos parênteses.
"Quem és tu?" perguntou o matemático com um olhar radical. Ela
com a expressão algébrica de quem ama respondeu, "Eu sou a raiz
quadrada da soma dos quadrados dos catetos, mas pode me chamar
pelo apelido, Hipotenusa". Ele fez de sua vida uma paralela à
dela até que se encontraram no infinito.
Juntos traçaram muitas retas e curvas. A congruência,
semelhança nas relações métricas, demonstravam pontos notáveis e
polígonos regulares. Foi aí que ela percebeu que ele tinha
potência e o elevou ao cubo. As raízes quadráticas eram
estritamente positivas e o módulo real garantia a probabilidade
da mantissa. Iniciou-se um relacionamento ímpar, baseado no
teorema fundamental da aritmética e na média harmônica.
Por um logaritmo anterior, concluíram que se amavam e adoravam nas mesmas razões e proporções. Vendo o casamento como uma simples soma de afetos, uma subtração de liberdades, uma multiplicação de filhos e uma divisão de bens resolveram se casar e montar um lar, ou melhor, um perpendicular. Os padrinhos do noivo foram o Poliedro e a Bissetriz, da noiva o Binômio de Newton e a Estatística. Foi a união de eventos que consolidou a revisão on-line de matemática. Na Internet, mundo virtual, sem tempo e espaço definido. Foram morar numa região convexa de ângulos alternos em um cubículo acutângulo. Quando tudo estava nos eixos, eles com todas as coordenadas, resolveram ter alguns números, torcendo para que todos fossem irmãos, pois filhos dos mesmos pais jamais poderiam ser números primos. Nos três primeiros anos de casados conseguiram efetuar as operações indicadas e ter um casal como resultado, o menino um Diâmetro e a menina uma linda Secante. Ele batizado de Alfa, ela de Beta. Um par perfeito, tal que formavam um conjugado de argumento perfeito.
Alfa, por ser sempre o número 1 nos vestibulares, foi apelidado
de "V1" e se tornou o mascote do www.vestibular1.com.br. Com o
tempo, por um desvio padrão intenso tornou-se um próprio V,
comprovando a verdade absoluta = { A melhor ajuda ao
vestibulando estava ali!}. Enquanto um era cônvaco a outra era
totalmente convexa. Sua irmã Beta, vivia passeando pelo vale do
Delta atrás de Pí, primo próximo, para juntos acrescentarem
experiências vetoriais nos exercícios ao escaleno de suas
variáveis, procurando ser o diferencial para o Portal.
Assim criaram o teste de QI e muitos testes de raciocínio para
elevar ao triplo as potencialidades dos todos que por ali
navegavam. Não havia matriz que chegasse, todas as incógnitas
eram resolvidas ou tinham declaradas soluções possíveis e
prováveis, deixando todos os vestibunautas preparados para os
exames na maior ordem de grandeza e com o expoente acima da
média.
Os filhos, bem encaminhados passaram para a segunda fase em meio
a muita alegria, afinal tratava-se da fuvest. A vida em família
era uma matemática total. O amor entre eles crescia numa
progressão geométrica, numa esfera espacial indescritível.
Até que um dia tudo se tornou uma constante. Foi aí que surgiu
um outro, o máximo divisor comum, vulgo mdc, divisor natural, um
freqüentador de círculos viciosos. O mínimo que o máximo
ofereceu, foi de cara, uma intersecção absoluta. Rolou muitas
relações trigonemétricas num triângulo qualquer, aumentando a
distância entre os dois pontos. Tudo por culpa daquela
mediatriz.
Pitágoras consciente desta regra de três, realizou o estudo da
parábola e numa fração de segundos, encontrou a solução, saindo
logo pela tangente. Sabia que tudo chegaria a um ponto crítico
"f", onde "f" seria a abscissa do ponto de inflexão.
Mergulhou-se numa espiral descendente, num estado oposto ao
vértice. Mas, nas resultantes manteve-se racional e constante.
No primeiro semi-período de inverno, os amantes instalados no
Motel Polinômios, buscavam cálculos de permutações com elementos
repetidos. Ela vestia uma combinação linear, ele
trajava arranjos simples. Mas ele, encontrava-se decomposto. Ela
percebeu que ele a traira com a Hipérbole e que haviam derivado
a exponencial milimetricamente. Ela lançou uma cossecante e
chamou mdc de quadrado isósceles. Ele achando aquilo impossível,
disse que ela também não era uma elipse perfeita. Quando tomado
de ódio, ele pegou seu 38 e em um giro determinante encontrou a
solução. Ela foi parar no campo imaginário de + infinito e ele
num módulo de um intervalo fechado.
Interrogado por alguns cubos, procurando realizar a prova dos 9,
disse apenas que a Matemática não perdeu nada, tudo tem limites,
ela não passava de uma fração ordinária. No julgamento, o máximo
divisor comum procurava por seu advogado analogamente por médias
ponderadas tornar-se o mínimo multiplo comum.
Voltando para a incógnita inicial x, os jurados no comprimento
das funções e após a discussão de um sistema linear e o estudo
aprofundado da reta, chegaram a única solução possível
decorrente das definições: a pena seria maior ou igual ao
produto, inteiro, decimal e periódico, diferente de zero, num
sistema possível e determinado.
Pitágoras reduzido ao coeficiente nulo e com o coração partido
ao coseno de 60 graus, procurou fazer uma troca de variáveis no
conjunto verdade, mas só encontrou a fórmula de Baskara, e foi
em busca de novas inequações da vida pela n-ésima vez, com a
ajuda das ordenadas páginas do vestibular1 e na companhia de seu
filho "V1".
Logo, concluímos que o Conjunto Verdade:
V = { Vestibular1, é a melhor ajuda ao vestibulando Є
Internet }
cqd (como queríamos demonstrar)
Um grande abraço, bons estudos e até mais! Equipe do vestibular1 Conhecimento e educação são bens preciosos. Sempre que possível divulgue o vestibular1. O número 1 em aprovações no vestibular!
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