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Pergunta: Qual
sugestão vcs possuem pra liberação do hidrogênio através da água sem
ser a famosa eletrólise? Ago com mais eficiência! eu sei que é complexo
mas se vcs puderem me dar algumas dicas agradeceria.
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Resposta: Um
dos processos existentes para obtenção é o processo Siemens, que
utiliza gases naturais, principalmente o metano.Dá-se pela mistura do
vapor de água e metano que aquecida a alta temperatura forma CO,CO2 e H2
os quais podem ser separados ou utilizados simultaneamente.
Pode-se obter hidrogênio
reagindo sódio metálico com água, obtendo H2 e NaO. O problema passa a
ser onde encontrar sódio metálico, pois o sódio é muito reativo e não
é encontrado puro na natureza.
Outro método
de liberaçao do hidrogenio: O 2 é ganha pela atmosfera quando o vapor d'água
é quebrada pelos raios solares (fotólise), com liberação de hidrogênio
para o espaço. |
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Pergunta: Estou
com uma séria dúvida sobre química orgânica. Gostaria de saber do que
se trata uma Oxazina, e o que isso tem a ver com metil-morfolina. A grande
dúvida é: metil - morfolina é um ciclo oxazina? Se não, o que é uma
oxazina? |
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Resposta: A
N-metil morfolina é um composto heterocíclico ,em cujo núcleo existe um
átomo de oxigênio e um de nitrogênio.
Suas propriedades são as seguintes:
Líquido , parecido com água, odor forte de amônia.
Forma uma mistura de ponto de ebulição constante com água , na proporção
de 25% e ferve a 97 C.
Solúvel em benzeno.
d= 0,921 g/mL, Peb= 115,4C
Inflamável
Risco de incêndio ALTO
Irritante para pele.
Usos:
Catalisador para fabricar espumas de poliuretano.
Como solvente para extração.
Agente estabilizador para compostos clorados.
Ceras de polimento industrial.
Inibidores de corrosão.
Por conter átomo de oxigênio no núcleo , podemos afirmar se tratar possivelmente
de uma oxazina, apesar de não ter sido encontrado na literatura especificamente
o termo oxazina relacionado a este composto. |
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Pergunta:
Porque o céu é Azul?
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Resposta:
O Sol emite luz branca, composta de todas as cores visíveis em um arco-íris.
A luz ao atravessar a atmosfera terrestre, colide com as moléculas de ar,
podendo ser dispersada ou absorvida.
Embora as taxas de dispersão e absorção dependam de fatores como a umidade
do ar, quantidade e tipo de partículas suspensas, entre outros (é por isso que
o céu nem sempre é azul), podemos dizer que de modo geral o Céu é Azul
porque:
A dispersão ocorre com muito mais intensidade para as ondas luminosas de
freqüências altas, como o azul e o violeta. Desta forma, quase toda a luz de
cor azul é espalhada ao redor do céu em todas as direções.
As ondas luminosas de baixas freqüências, como o vermelho e o laranja,
quase não sofrem dispersão ao atravessar a atmosfera, portanto atingem em
maior quantidade a superfície da Terra.
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Pergunta: Tenho
duas dúvidas que gostaria de tirar, se fosse
possível. 1) Enunciado: Calcular a massa de óxido cúprico obtida a
partir de 2,54 gramas de cobre metálico. (Massa atômica: O=16;
Cu=63,5)
Resolução: A instrução do livro é escrever e balancear a equação
mencionada. E assim ele demonstra: 2 Cu + O2 - 2 Cuo Dúvida: Sei que
o óxido cúprico é CuO, mas como o livro chegou a essa equação somente
com os dados do enunciado? Por que são esses coeficientes e índice, e não
outros? A dúvida é a respeito de como se chegou a equação, não do
problema! 2)Enunciado: Diz que o hidrogênio reage completamente com
o cloro, produzindo gás clorídrico. Daí o livro tira uma equação: H2
+ Cl2 - 2 HCl Dúvida: Por que são esses índices e coeficiente, não
outros? |
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Resposta: Bem,
primeiro vamos a primeira duvida, na verdade o Cuo, é o óxido cuproso,
que para naum confundirmos, é mais fácil chamarmos de óxido de cobreII,
e sabemos então que o óxido é o Cuo certo, e o livro quer que cheguemos
nele à partir do cobre metálico, que é o Cu, então sabemos que o ar
oxida o Cu, e o agente é o O, então logo chegamos a reação que é 2Cu
+ O2=2CuO
Bem, e a questão do índice, nos dois é a mesma resposta, que é a
seguinte: Tanto o O, qto o Cl, qto o H, são gases na temperatura normal
certo, e átomos de gases, não são encontrados em formas isoladas certo,
mas sim em estado biatomico, que é o Cl2, o O2, e o H2, então como a
valencia do O é +2, e o do O é -2, então eles reagem com os átomos em
1 p/ 1, logo como temos 2 átomos de Oxigênio por ele ser um gás,
precisamos de 2 átomos de cobre para reagir. |
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Pergunta: Olá
professor! Muitas vezes abrimos uma garrafa (tipo PET) de refrigerante e não
tomamos todo o seu conteúdo. Algumas pessoas dizem que a melhor maneira
de conservar esse refrigerante que ainda sobrou é "amassar" a
garrafa (de modo a diminuir o espaço livre) e, depois de fechar bem ,
colocar na geladeira. Já outras dizem que o fato de "amassar "a
garrafa favorece a saída do gas, logo para eles a melhor maneira de se
conservar o gás no refrigerante é apenas fechar bem a garrafa e colocar
na geladeira Gostaria de saber, então, qual dessas duas é a melhor
maneira de se conservar o refrigerante. |
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Resposta:
A segunda parece ser a
maneira é a mais correta lembrando-se sempre de evitar o maximo balançar
a garrafa para que o gas permaneça ligado ao líquido.
O refrigerante (tanto faz, qualquer um deles! ;) contém
uma concentração de "gás" (que, por sinal, é gás carbônico
- CO2 - diluído no líquido) maior do que na atmosfera. Por causa dessa
diferença de concentração o que acontece é que o "sistema"
"ar + refrigerante" quer entrar em equilíbrio, ou seja, ter a
mesma concentração de "gás" nos dois "componentes"
dele... E é por isso que o gás sai do refrigerante e vai para o ar! A única
maneira em que isso *não* aconteceria seria se a gente pudesse
"selar", lacrar, *completamente* o recipiente do refrigerante!
Nesse caso, nenhuma molécula do gás poderia sair da garrafa! Esse é o
papel da tampa! Agora, no caso de "amassar"...
O gás contido nos refrigerantes foi dissolvido sob
pressão. Em seguida, é engarrafado e fechado com uma tampa hermética.
Porém, o gás tem a tendência de escapar do líquido, justamente por
estar com uma pressão maior que a atmosférica. Repare que sempre há um
espaço (ar atmosférico) entre o líquido e a tampa da garrafa. Numa
embalagem de 2 litros, este espaço é de aproximadamente 100ml. Antes de
ser fechada, a pressão acima do líquido ainda é igual à atmosférica.
Depois de ser fechada, este espaço, além do ar atmosférico, recebe o gás
carbônico que escapa, até se tornarem iguais as pressões no líquido e
neste espaço. Assim, quanto menor for este espaço, menos gás carbônico
irá escapar. Exemplificando:
Digamos que nestes 100ml escapem 100 moléculas de CO2, até a pressão se
igualar. Num espaço de 1000ml (metade da embalagem), irão escapar 1000
moléculas de CO2! Concluindo, o melhor é amassar a garrafa, até não
haver mais este espaço “vazio”, impedindo o escape de CO2 para
igualar a pressão.
Bem, qual maneira é a correta? Vc decide! |
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Pergunta:
Assinale a alternativa
correta
a) Os metais alcalinos
sempre formam ligações covalentes com os halogênios, compartilhando
um elétron.
b) dois elementos A (13) B
(8) formam através de ligações iônicas A(2) e B (3)
c) os elementos da família
VIIA são os menos eletronegativos da tabela periódica
d) Os elementos da família
IIA ( aqui representados por M) formam ligações iônicas com flúor,
originando compostos do tipo MF
e) dois elementos A (3) e B
(8) formam, através de ligações iônicas, um composto AB(2)
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Resposta: a)-
Falsa – os metais alcalinos, por serem os mais eletropositos, formam
ligações iônicas com os halogênios, os mais eletronegativos;
b)- Correta – Configuração eletrônica de A(13) = 1s2 2s2 2p6 3s2 3p1.
Como tem 3 elétrons na camada de valência, tem tendência a doá-los,
ficando com NOX +3; Configuração eletrônica de B (8) = 1s2 2s2 2p4.
Como tem 6 elétrons na camada de valência, tem tendência a receber mais
2 elétrons, ficando com NOX –2; Portanto, a fórmula do composto seria
A2 B3.
c)- Falsa – ao contrário, os elementos da família VIIA, halogênios, são
os MAIS eletronegativos da tabela periódica;
d)- Falsa – a afirmação que formam ligações iônicas com flúor está
correta, porém como tem 2 elétrons na camada de valência, seu NOX é
+2, formando assim o composto MF2, pois o flúor tem NOX –1;
e)- Falsa - Configuração eletrônica de A(3) = 1s2 2s1. Como tem 1 elétron
na camada de valência, tem tendência a doá-lo, ficando com NOX +1;
Configuração eletrônica de B(8) = 1s2 2s2 2p4 . Como tem 6 elétrons na
camada de valência, tem tendência a receber mais 2 elétrons, ficando
com NOX –2; Portanto, a fórmula do composto seria A2B e não AB2. |
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Pergunta: Você
poderia me explicar de maneira geral o que são Ligações Covalentes? |
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Resposta: Ligação
covalente ou molecular ou homopolar, tipo de
ligação química responsável pela coesão molecular. A principal
característica da ligação covalente é o compartilhamento de um par de
elétrons de valência pelos átomos que formam a molécula. Por exemplo,
na molécula de hidrogênio (H2), os dois núcleos de hidrogênio
compartilham os dois elétrons de valência. Uma ligação covalente como
a do H2 é representada por uma estrutura chamada estrutura de Lewis,
formulada pelo químico norte-americano Gilbert Newton Lewis (1875-1946),
1S2, 2S2 p4, onde o ponto representa um elétron. Os dois elétrons
compartilhados são representados pelos dois pontos ou pela linha. Átomos
com muitos elétrons também formam ligações covalentes. Por exemplo, a
configuração eletrônica do flúor (F) é 1s22s22p5. O orbital 1s
está totalmente preenchido, mas o orbital 2s tem um elétron não-pareado.
Na molécula de flúor (F2), os dois elétrons não-pareados, um de cada
átomo, formam a ligação covalente.
Estrutura
molecular, distribuição dos átomos em um
composto por meio das ligações químicas. Muitas das características típicas
da substância devem-se ao tipo de ligação. O composto resultante de uma
ligação química se chama composto iônico. Há duas classes principais
de substâncias com ligações covalentes: as substância moleculares e os
sólidos covalentes reticulares.
Cadeia orgânica,
em química orgânica, resultado da fantástica capacidade que o átomo de
carbono (C) tem de ligar-se quimicamente com outros átomos. A estrutura
eletrônica do carbono é 1s2; 2s2p4, portanto o carbono tem
quatro elétrons que podem formar quatro ligações covalentes com outros
átomos. Um exemplo é a estrutura do metano (CH4). A estrutura
eletrônica do átomo de hidrogênio é 1s1, logo, com quatro átomos
de hidrogênio podemos ter quatro ligações covalentes cuja fórmula
estrutural é:
H-C- H
em que o segmento de reta
representa uma ligação covalente.
O carbono pode formar ligações
covalentes simples, como no exemplo acima; duplas, por exemplo com outro
átomo de carbono ou um átomo de oxigênio:
> C = C < ou > C =
O
ou ainda triplas, por
exemplo com um átomo de nitrogênio (N) ou outro átomo de carbono:
— C : N ou — C : C
Embora hidrogênio, oxigênio
e nitrogênio sejam os elementos mais freqüentemente encontrados nos
compostos orgânicos, o carbono também forma compostos com outros
elementos químicos tais como o enxofre, o fósforo e os halogênios, e
mesmo alguns metais como o ferro e o magnésio. Outros elementos químicos
podem também formar cadeias, mas nenhum deles forma cadeias tão longas,
tão diversificadas e quimicamente estáveis quanto o carbono. Essas
cadeias formam a base química da vida na Terra. |
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Pergunta: Gostaria
de saber se algum professor de Física ou Química, poderia me tirar uma dúvida:
-COMO O VAPOR SE TRANSFORMA EM ENERGIA? |
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Resposta: Calor,
em física, transferência de energia de uma parte a outra de um corpo, ou
entre diferentes corpos, em virtude de uma diferença de temperatura. O
calor sempre flui de uma zona de maior temperatura para outra de
temperatura mais baixa, com o que se eleva a temperatura da segunda e se
reduz a da primeira. A energia não flui de um objeto de temperatura baixa
para outro de temperatura alta, a não ser que se realize trabalho.
Nas ciências físicas, a
quantidade de calor é expressa nas mesmas unidades que a energia e o
trabalho, ou seja, em joules. Outra unidade é a caloria, definida como a
quantidade de calor necessária para elevar a temperatura de 1 grama de água,
a 1 atmosfera, de 15 até 16 °C. Esta unidade equivale a 4,1855
joules. Segundo a lei da conservação da energia, todo trabalho mecânico
realizado para produzir calor por atrito aparece em forma de energia nos
objetos sobre os quais se realiza o trabalho. Joule foi o primeiro a
demonstrá-lo de forma definitiva.
A mudança de temperatura
de uma substância é acompanhada por uma série de modificações físicas.
Denomina-se fase de uma substância o seu estado, que pode ser sólido, líquido
ou gasoso. As mudanças de fase em substâncias puras têm lugar a pressões
e temperaturas definidas. A quantidade de calor necessária para produzir
uma mudança de fase chama-se calor latente; existem calores latentes de
sublimação, fusão e vaporização. Se a água é fervida em um
recipiente aberto, à pressão de 1 atmosfera, a temperatura não
ultrapassa os 100 °C, por mais calor que seja aplicado. O calor
absorvido sem mudar a temperatura da água é o calor latente. Quando o vapor
se condensa para formar água, esta energia é de novo
liberada. Para fundir 1 kg de gelo, precisa-se de 19.000 joules e, para
converter 1 kg de água em vapor a 100 °C, gastam-se 129.000 joules.
A quantidade de calor necessária para aumentar em um grau a temperatura
de uma unidade de massa de uma substância é denominada calor específico.
Os processos físicos pelos quais se dá a transferência de calor são a
condução, a radiação e a convecção.
A energia geotérmica
se baseia no fato de que a Terra fica mais quente quanto mais
profundamente se perfura. A energia geotérmica pode originar-se de vapor
de água encontrado em grandes profundidades sob a superfície terrestre.
Fazendo com que chegue até a superfície, pode mover uma turbina para
gerar eletricidade. Outra possibilidade é o aquecimento de água pelo
bombeamento através de rochas quentes profundas. Ainda que essa fonte de
energia seja em teoria ilimitada, na maior parte das áreas habitadas do
planeta as rochas aquecidas estão situadas em camadas profundas demais,
fazendo com que não seja rentável perfurar poços para sua utilização.
Turbina,
motor rotativo que converte em energia mecânica a energia de uma corrente
de água, vapor d'água ou gás. O elemento básico da turbina é a roda
ou rotor, que conta com paletas, hélices, lâminas ou cubos colocados ao
redor de sua circunferência, de forma que o fluido em movimento produza
uma força tangencial que impulsiona a roda, fazendo-a girar. Essa energia
mecânica é transferida através de um eixo para movimentar uma máquina,
um compressor, um gerador elétrico ou uma hélice. As turbinas se
classificam como hidráulicas ou de água, a vapor ou de combustão.
Atualmente, a maior parte da energia elétrica mundial é produzida com o
uso de geradores movidos por turbinas. Os moinhos de vento que produzem
energia elétrica são chamados turbinas de vento.
O tipo mais antigo e
simples de turbina hidráulica é a roda hidráulica, utilizada pela
primeira vez na Grécia e empregada durante a Antigüidade e a Idade Média
para moer cereais. Consistia em um eixo vertical com um conjunto de aspas
ou paletas radiais situadas em uma corrente veloz de água.
No início do século XX, o
aumento na demanda por energia elétrica deixou clara a necessidade de
melhorias nas turbinas. Em 1913, o engenheiro austríaco Viktor Kaplan
apresentou, pela primeira vez, a turbina de hélice, que atua de modo
inverso à hélice de um barco. A tendência das turbinas hidráulicas
modernas é utilizar quedas d'água e máquinas maiores.
As turbinas a vapor são
usadas na geração de energia elétrica de origem nuclear e na propulsão
de navios com reatores nucleares. Nas aplicações que necessitam tanto de
calor como de eletricidade, uma caldeira de alta pressão gera o vapor e
consegue-se, através da turbina, a temperatura e a pressão necessárias
ao processo industrial.
O funcionamento da turbina
a vapor baseia-se no seguinte princípio termodinâmico: quando o vapor se
expande, diminui sua temperatura e reduz sua energia interna. Essa redução
da energia interna se transforma em energia mecânica pela aceleração
das partículas de vapor, o que possibilita dispor diretamente de uma
grande quantidade de energia.
A turbina de combustão
também é chamada de turbina a gás. Produzido no motor como resultado da
combustão de determinadas matérias, o gás é lançado em forma de jatos
contra as paletas da turbina e o impulso desses jatos faz girar o eixo
Nos transportes:
Tal como acontecia durante a Idade Antiga no Mediterrâneo e outras zonas
do mundo, as primeiras rotas de transporte nas colônias foram as vias
fluviais naturais. Durante o século XIX ocorreram grandes avanços graças
à tecnologia, produto da energia a vapor; o clíper ficou defasado com o
emprego do vapor nos barcos. A construção dos canais cresceu entre 1815
e 1840, diminuindo com o avanço das ferrovias. Um dos canais mais
importantes do mundo é o canal do Panamá, inaugurado em 1920, que une o
Atlântico ao Pacífico através do istmo panamenho. O motor a diesel
proporcionou aos barcos modernos um funcionamento mais econômico que
substituiu em grande parte os motores a vapor.
Depois da II Guerra
Mundial, a pesquisa realizada na engenharia de combustão ajudou ao
desenvolvimento de locomotivas de turbinas-elétricas, nas quais as
turbinas de gás ou vapor eram utilizadas para impulsionar geradores que
proporcionavam energia a motores elétricos.
Máquina a vapor,
dispositivo mecânico que converte a energia do vapor d'água em energia
mecânica e tem várias aplicações na propulsão e na geração de
eletricidade. O princípio básico da máquina a vapor é a transformação
da energia térmica do vapor d'água em energia mecânica, fazendo com que
o vapor se expanda e esfrie em um cilindro equipado com um pistão móvel.
Costuma-se usar uma
caldeira para produzir o vapor necessário à geração de energia ou
calefação. A caldeira mais simples é um recipiente fechado, contendo água
aquecida por uma chama até se converter em vapor saturado. Os sistemas
domésticos de calefação possuem uma caldeira desse tipo, mas as usinas
de geração de energia empregam sistemas mais complexos, que contam com vários
dispositivos auxiliares. Em geral, a eficiência dos motores a vapor é
baixa, o que faz com que, na geração de energia, a preferência seja por
turbinas em vez de máquinas a vapor. |
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Pergunta: Tenho
uma dúvida, tenho prova na segunda feira e gostaria de saber, o mais rápido
possível como resolver um exercício como esse: 200ml de uma solução
0,3 molar de NaCl são misturados a 100ml de uma solução molar de CaCl2.
A concentração, em mol/L, de íons de cloreto na solução resultante é? |
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Resposta: Mol
do NaCl = 23 + 35,5 = 58,5g
Mol do CaCl2 = 40 + 35,5x2 = 111g
Solução molar de NaCl é a que contém 58,5g de 1 litro de solução.
Então:
1,0 M ----- 58,5g
0,3 M ----- X
...X = 0,3 x 58,5 / 1
...X = 17,55g de NaCl
Em 200ml teremos 17,55/5 = 3,51g de NaCl em 200ml.
Em 58,5g de NaCl temos ----- 35,5g de Cl
Em 3,51g teremos ----- X
...X = 3,51 x 35,5 / 58,5
...X = 2,13g de Cl em 200ml
Solução molar de CaCl2 é a que contém 111g em 1 litro de solução.
Em 100ml teremos 111/10 = 11,1g de CaCl2 em 100ml de solução
Em 111g de CaCl2 temos ----- 71g de Cl
Em 11,1 teremos ----- X
...X = 11,1 x 71 / 111
...X = 7,1g de Cl em 100ml
Então, temos a mistura de 2,13 + 7,1 = 9,23g de Cl em 200 + 100 = 300ml
de solução final. Logo:
Em 300ml ----- 9,23g
Em 1000ml ----- X
...X = 1000 x 9,23 / 300
...X = 30,766g de Cl em 1 litro de solução
Uma solução 1M de Cl é a que contém 35,5g em 1 litro de solução. Então:
35,5g ----- 1 M
30,766g ----- X
...X = 30,766 x 1 / 35,5
...X = 0,866 M
Resposta : 0,866 M ou 0,866 mol/litro de cloreto na solução. |
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