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Pergunta: Por
favor me ajude nessa questão: Um avião cuja velocidade de cruzeiro
é de 500km/h em relação ao ar deve fazer uma viagem de ida e volta
entre duas cidades A e B distantes 600km.Despreze o tempo gasto na
partida,na parada e na manobra para voltar.
a)Quanto tempo demorará a viagem num dia sem vento? b)Quanto tempo
demorará num dia em que a velocidade do vento que sopra de A
para B é de 100km/h? |
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Resposta: no dia
sem vento a velocidade relativa e apenas a velocidade do avião, então
temos que
a) V=S/t
t = S/v
t = s/v
t = (s1 + s2)/v
==> s=1200 (1200 km
pois a viagem é de ida e volta
t = 1200 / 500 )
a) t = 2h e 24 min ou t = 2,40 horas
no caso b temos que levar em consideração a sua ida da cidade A para B a
velocidade relativa será a velocidade do avião mais a velocidade do
vento ou seja 600km/h e na volta será a velocidade do avião menos a do
vento 400km/h, então o tempo será:
t = s/v
t = t1(ida) + t2(volta)
t1 = 600 / 600 = 1 hora
t2 = 600 / 400 = 1,5horas
b) t total = 1hora + 1,50horas = 2,50 horas |
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Pergunta: Quando
estou usando a formula {F=K. Q.Q/d2, (lei de Coulomb)}
eu estou calculando, a força que as cargas estão
exercendo uma sobre a outra ? E quando eu estou calculando o campo elétrico
{E= F/D}, eu estou calculando o vetor que existe entre duas cargas?
Gostaria de saber se essa diferenciação esta correta |
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Resposta: Na
primeira sim, é a força de atração entre as duas cargas.
Já na segunda fórmula (E=F/d), você calcula em relação a apenas UMA
carga, e não a duas.
definição de campo elétrico
A força que se manifesta entre dois corpos eletricamente carregados é
uma força que age à distância. Ela se faz sentir sem que haja qualquer
conexão material entre os dois corpos que interagem. Provoca certa
perplexidade a idéia de que uma força se faça sentir à distância,
mesmo através do espaço vazio.
Essa dificuldade pode ser superada pensando-se da seguinte maneira: Vamos
dizer que, quando um corpo q está eletricamente carregado, cria-se em
todo o espaço circundante uma situação nova, diferente da que existia
quando q estava descarregado. O fato de eletrizarmos esse corpo modifica
as propriedades do espaço que o circunda. Outro corpo eletricamente
carregado (q0), colocado em um ponto P do espaço, começará, num dado
instante, a "sentir" uma força elétrica causada por q. Dizemos
que a carga do corpo q gera no espaço circundante um campo elétrico.
O campo elétrico gerado pela carga q num ponto P existe independentemente
de haver em P um corpo carregado. Quando colocamos nesse ponto P um corpo
carregado, a força que passa a agir sobre ele é devida ao campo elétrico
que já preexistia ali, e não a uma ação direta, à distância, do
corpo q sobre o segundo corpo.
lei de Coulomb
As forças entre cargas elétricas são forças de campo, isto é, forças
de ação à distância, como as forças gravitacionais (com a diferença
que as gravitacionais são sempre forças atrativas).
O cientista francês Charles Coulomb conseguiu estabelecer
experimentalmente uma expressão matemática que nos permite calcular o
valor da força entre dois pequenos corpos eletrizados. Coulomb verificou
que o valor dessa força (seja de atração ou de repulsão) é tanto
maior quanto maiores forem os valores das cargas nos corpos, e tanto menor
quanto maior for a distância entre eles. Ou seja: a força com que duas
cargas se atraem ou repelem é proporcional às cargas e inversamente
proporcional ao quadrado da distância que as separa. Assim, se a distância
entre duas cargas é dobrada, a força de uma sobre a outra é reduzida a
um quarto da força original.
Com isso podemos concluir que o campo elétrico seria um local do espaço
onde se propaga a força de interação entre as cargas. |
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Pergunta: Estou
fazendo uma pesquisa para a escola e gostaria de saber como o vapor se
transforma em energia. |
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Resposta: Vapor,
substância em estado gasoso. Emprega-se a palavra vapor para referir-se
ao estado gasoso de uma substância que normalmente é líquida ou sólida.
O ponto de ebulição da água no nível do mar é de 100 °C. A
esta temperatura, a adição de 226 joules de calor por quilograma de água
converte-a em vapor na mesma temperatura. Quando a água está submetida a
uma pressão maior, o ponto de ebulição cresce progressivamente.
Quando confinado, o vapor de uma substância a qualquer
temperatura exerce uma pressão conhecida como pressão de vapor. Ao
aumentar-se a temperatura da substância, a pressão de vapor eleva-se,
como resultado de uma maior evaporação.
Evaporação, conversão gradual de um líquido
em gás, sem que ocorra ebulição. Em temperaturas abaixo do ponto de
ebulição, é possível que moléculas individuais tenham energia
suficiente para escapar da superfície e passar para o espaço acima, na
forma gasosa. O processo oposto é a condensação. A passagem de sólido
a gás chama-se sublimação.
Condensação, em física, processo
em que a matéria passa a uma forma mais densa, como ocorre na liquefação
do vapor. É importante no processo de destilação e no funcionamento das
máquinas a vapor. Em química, a condensação é uma reação que
implica na união de átomos de moléculas diferentes para formar um
composto novo e mais complexo.
Vapor de água, água em
estado gasoso (os gases não oferecem nenhuma resistência à mudança
de forma e muito pouca às alterações no seu volume). A produção
de eletricidade depende em grande parte da geração de vapor (Ver
Máquina a vapor abaixo). Também se usa para a calefação de edifícios
e para impulsionar a maioria dos barcos comerciais do mundo.
Calor: A
mudança de temperatura de uma substância é acompanhada por uma série
de modificações físicas. Denomina-se fase de uma substância o seu
estado, que pode ser sólido, líquido ou gasoso. As mudanças de fase em
substâncias puras têm lugar a pressões e temperaturas definidas. A
quantidade de calor necessária para produzir uma mudança de fase
chama-se calor latente; existem calores latentes de sublimação, fusão e
vaporização (Destilação; Evaporação). Se a água é fervida em um
recipiente aberto, à pressão de 1 atmosfera, a temperatura não
ultrapassa os 100 °C, por mais calor que seja aplicado. O calor
absorvido sem mudar a temperatura da água é o calor latente. Quando o
vapor se condensa para formar água, esta energia é de novo liberada
(Condensação). Para fundir 1 kg de gelo, precisa-se de 19.000 joules e,
para converter 1 kg de água em vapor a 100 °C, gastam-se 129.000
joules. A quantidade de calor necessária para aumentar em um grau a
temperatura de uma unidade de massa de uma substância é denominada calor
específico.
Os processos físicos pelos
quais se dá a transferência de calor são a condução, a radiação e a
convecção.
Transferência de Calor,
em física, processo pelo qual se intercambia energia em forma de calor
entre corpos diferentes ou entre partes distintas de um mesmo corpo que
estão com temperaturas não-idênticas. O calor é transferido mediante
convecção, radiação ou condução. Embora estes três processos possam
ocorrer simultaneamente, também é possível que um dos mecanismos
predomine sobre os outros. Por exemplo, o calor é transmitido pela parede
de uma casa fundamentalmente por condução, a água de uma caçarola
sobre um queimador de gás se aquece em grande parte por convecção e a
Terra recebe calor do Sol quase exclusivamente por radiação.
Máquina a vapor,
dispositivo mecânico que converte a energia do vapor d'água em energia
mecânica e tem várias aplicações na propulsão e na geração de
eletricidade. O princípio básico da máquina a vapor é a transformação
da energia térmica do vapor d'água em energia mecânica, fazendo com que
o vapor se expanda e esfrie em um cilindro equipado com um pistão móvel.
Costuma-se usar uma caldeira
para produzir o vapor necessário à geração de energia ou calefação.
A caldeira mais simples é um recipiente fechado, contendo água aquecida
por uma chama até se converter em vapor saturado. Os sistemas domésticos
de calefação possuem uma caldeira desse tipo, mas as usinas de geração
de energia empregam sistemas mais complexos, que contam com vários
dispositivos auxiliares. Em geral, a eficiência dos motores a vapor é
baixa, o que faz com que, na geração de energia, a preferência seja por
turbinas em vez de máquinas a vapor.
O aproveitamento da força
do vapor representou um avanço tecnológico muito importante. A introdução
da máquina a vapor levou a inúmeras invenções no transporte e na indústria.
As máquinas a vapor convertem a energia térmica em mecânica, fazendo
com que o vapor se expanda em um cilindro com um pistão móvel. Uma biela
transforma o movimento alternado do pistão em giratório. Os primeiros
modelos foram desenvolvidos em 1690, embora James Watt só tenha desenhado
a máquina a vapor moderna 70 anos depois.
Turbina,
motor rotativo que converte em energia mecânica a energia de uma corrente
de água, vapor d'água ou gás. O elemento básico da turbina é a roda
ou rotor, que conta com paletas, hélices, lâminas ou cubos colocados ao
redor de sua circunferência, de forma que o fluido em movimento produza
uma força tangencial que impulsiona a roda, fazendo-a girar. Essa energia
mecânica é transferida através de um eixo para movimentar uma máquina,
um compressor, um gerador elétrico ou uma hélice. As turbinas se
classificam como hidráulicas ou de água, a vapor ou de combustão.
Atualmente, a maior parte da energia elétrica mundial é produzida com o
uso de geradores movidos por turbinas. Os moinhos de vento que produzem
energia elétrica são chamados turbinas de vento.
O tipo mais antigo e
simples de turbina hidráulica é a roda hidráulica, utilizada pela
primeira vez na Grécia e empregada durante a Antigüidade e a Idade Média
para moer cereais. Consistia em um eixo vertical com um conjunto de aspas
ou paletas radiais situadas em uma corrente veloz de água.
No início do século XX, o
aumento na demanda por energia elétrica deixou clara a necessidade de
melhorias nas turbinas. Em 1913, o engenheiro austríaco Viktor Kaplan
apresentou, pela primeira vez, a turbina de hélice, que atua de modo
inverso à hélice de um barco. A tendência das turbinas hidráulicas
modernas é utilizar quedas d'água e máquinas maiores.
As turbinas a vapor são
usadas na geração de energia elétrica de origem nuclear e na propulsão
de navios com reatores nucleares. Nas aplicações que necessitam tanto de
calor como de eletricidade, uma caldeira de alta pressão gera o vapor e
consegue-se, através da turbina, a temperatura e a pressão necessárias
ao processo industrial.
O funcionamento da turbina
a vapor baseia-se no seguinte princípio termodinâmico: quando o vapor se
expande, diminui sua temperatura e reduz sua energia interna. Essa redução
da energia interna se transforma em energia mecânica pela aceleração
das partículas de vapor, o que possibilita dispor diretamente de uma
grande quantidade de energia.
A turbina de combustão
também é chamada de turbina a gás. Produzido no motor como resultado da
combustão de determinadas matérias, o gás é lançado em forma de jatos
contra as paletas da turbina e o impulso desses jatos faz girar o eixo.
Um regulador
controla a velocidade de uma máquina, ao regular a entrada ou a saída do
fluxo de energia. Em turbinas a gás ou vapor e em motores de combustão
interna, nos quais a energia é fornecida pelo combustível, o regulador
controla seu fluxo. Para ajustar a velocidade de um turbogerador hidráulico,
o regulador pode alterar o fluxo da água, abrindo ou fechando comportas e
válvulas. Um outro tipo de regulador mecânico, empregado para controlar
a velocidade dos motores de aeronaves, varia o passo das pás das hélices
presas ao motor.
Energia
nuclear: No final da década de 1950, foram desenvolvidos
projetos de energia nuclear que proporcionavam vapor para impelir tanto
navios de guerra, como mercantes.
Os primeiros reatores de energia nuclear em
grande escala foram construídos em 1944, nos Estados Unidos, para a produção
de material para armas nucleares. Posteriormente, em todo o mundo, foram
construídos diferentes tipos de reator (diferenciados pelo combustível,
pelo moderador e pelo refrigerante empregados) para a produção da
energia elétrica. O reator a água leve usa como combustível o urânio
235 (também chamado de urânio enriquecido) e como moderador e
refrigerante água comum muito purificada. No reator a água
pressurizada, o moderador e refrigerante é água leve a uma pressão
de cerca de 150 atmosferas. A maior parte dos reatores nucleares para
produção de energia elétrica construídos no mundo é desse tipo,
incluindo o da usina brasileira de Angra 1 (verEnergia nuclear no
Brasil). No reator a água em ebulição, a água de refrigeração
se mantém a uma pressão menor, o que faz com que ferva.
A energia geotérmica se
baseia no fato de que a Terra fica mais quente quanto mais profundamente
se perfura. A energia geotérmica pode originar-se de vapor de água
encontrado em grandes profundidades sob a superfície terrestre. Fazendo
com que chegue até a superfície, pode mover uma turbina para gerar
eletricidade. Outra possibilidade é o aquecimento de água pelo
bombeamento através de rochas quentes profundas. Ainda que essa fonte de
energia seja em teoria ilimitada, na maior parte das áreas habitadas do
planeta as rochas aquecidas estão situadas em camadas profundas demais,
fazendo com que não seja rentável perfurar poços para sua utilização.
No Transporte: Durante o século
XIX ocorreram grandes avanços graças à tecnologia, produto da energia a
vapor; o clíper ficou defasado com o emprego do vapor nos barcos. A
construção dos canais cresceu entre 1815 e 1840, diminuindo com o avanço
das ferrovias. Um dos canais mais importantes do mundo é o canal do Panamá,
inaugurado em 1920, que une o Atlântico ao Pacífico através do istmo
panamenho. O motor a diesel proporcionou aos barcos modernos um
funcionamento mais econômico que substituiu em grande parte os motores a
vapor. Hoje, a utilização da energia nuclear nos barcos está restrita
aos navios militares. O transporte terrestre progrediu pouco até
1820, ano em que o engenheiro britânico George Stephenson adaptou um
motor a vapor a uma locomotiva.
Depois da II Guerra Mundial, a
pesquisa realizada na engenharia de combustão ajudou ao desenvolvimento
de locomotivas de turbinas-elétricas, nas quais as turbinas de gás ou
vapor eram utilizadas para impulsionar geradores que proporcionavam
energia a motores elétricos. |
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Pergunta: Um
balão sobe verticalmente com movimento uniforme. Cinco segundos após
deixar o solo, abandona-se dele uma pedra. A pedra alcança o solo após
7s a partida do balão. Determine:
a) A velocidade de ascensão
do balão
b) A altura da qual foi
abandonada a pedra
c) A altura do balão no
instante em que a pedra atinge o solo
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Resposta:
a) velocidade do balão
V = V0 - GT
onde v = velocidade do balão, g a aceleração da gravidade e T e o tempo
decorrido, como ele parte do repouso V0=0, então teremos v=-gt( veja que
o sinal de negativo e devido ao balão se movimentar no sentido contrario
ao da ação da gravidade, e veja tambem que ele não pode ter um
movimento uniforme apenas com estes dados do problema, pois para cada
tempo teremos uma velocidade diferente, e sabemos que em um movimento
uniforme isto nao pode ocorrer)
b) h = Vo . t
considerando a altura do balão como o nosso referencial em relação a
pedra podemos dizer então que h0 = 0, a velocidade da pedra no momento em
que ela e solta e a mesma do balão.
c) h = h0 + vot + gt^2 / 2
SUBSTITUINDO OS VALORES QUE JA CONHECEMOS NESTA EQUAÇÃO ACIMA CHEGAREMOS
AO VALOR DA ALTURA, VEJA BEM QUE ESSES VALORES QUE DIZ SER AS RESPOSTAS
SAO POSSIVEIS DE SER DESCOBERTO SE TIVERMOS O ESPAÇO PERCORRIDO PELO BALÃO
Resolvendo:
Irei adotar o referencial com origem no solo e orientado para cima.
a) O balão sobe com velocidade constante. A equação para o balão é:
Sb = V*t ( I )
Após 5 segundos (quando larga-se a pedra) ele atinge a altura Sb = H:
H = V*5 ( II )
Montar a equação para a pedra, a partir do instante em que ela é
largada:
Sp = So + V*t + (1/2)*g*t² So = H
g = -10 m/s²
Sp = H + V*t + (1/2)*(-10)*t² H = V*5
Sp = V*5 + V*t ; 5*t² ( III )
A pedra leva 7 ; 5 = 2 segundos para atingir o solo. Lembre-se
de que a equação ( III ) só é válida para t depois de 5 segundos.
Quando ela atinge o solo, Sp = 0.
Substituindo t = 2s em ( III ):
0 = V*5 + V*(2) ; 5*(2)²
V = 20/7 m/s
b) Substituindo o valor de V em ( II ):
H = (20/7)*5
H = 100/7 metros.
c) A pedra atinge o solo em 7 segundos (de acordo com o enunciado). É só
substituirmos esse valor na equação do balão ( I ):
Sb = (20/7)*7
Sb = 20 metros |
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Pergunta: Você
é convidado a projetar uma
ponte metálica cujo comprimento será de
2km .Considerando os efeitos de contração
e expansão térmicas para temperaturas no intervalo de -40graus F a
110grausF e o coeficiente de dilatação
linear do metal que é de 12.10^-6graus
C^-1, qual a máxima variação esperada no comprimento da ponte ?
(o coeficiente de dilatação linear é constante no intervalo de
temperatura considerado) |
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Resposta: antes de
mais nada temos que transformar a temperatura de fahrenheit para Celsius.
F = 9C/5 + 32
110 - 40 = 9C/5 + 32
70 - 32 = 9C/5
38 * 5 = 9C
190 = 9C
C = 190/9
C = 21,12
dF = variação da temperatura em °F dt = variação da temperatura em °C
dL = variação do comprimento
Lo = 2 km = 2.10^5 cm
a = 12.10^(-6)/°C
dt = dF/1,8 ( I )
dL = Lo*a*dt ( II )
Para que dL seja máximo, de acordo com a equação ( II ) deve-se ter dt
máximo (máxima variação da temperatura em °C).
Para que dt seja máximo, de acordo com a equação ( I ) deve-se ter dF máximo
(máxima variação da temperatura em °F).
Assim dF deve variar de -40°F até 110°F que são os limites da variação
da temperatura proposto pelo problema.
dt = [110-(-40)]/1,8
dt = 83,33°C
dL = 2.10^5*12.10^(-6)*(83,33)
dL = 199,992 cm
ou
dL = 1,99 metros |
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Pergunta: Um
barco motorizado desce um rio
deslocando se de um ponto A até um ponto B
,distante 36km,em 0,90h .Em seguida ,esse mesmo barco sobe o rio
deslocando se do ponto B até o ponto A em 1,2h.Sendo Vb a velocidade do
barco em relação as águas e Vc a velocidade das águas em relação ás
margens. a)calcule Vb e Vc. b)Sabendo se que o rio uma largura
aproximada de 175km ,calcule o tempo mínimo de travessia do rio por este
barco. |
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Resposta: 1º caso
O barco desce o rio, então a velocidade relativa do barco é a sua
propria velocidade(vb) mais a velocidade das águas do rio(vc), então:
(vb + vc) = 36/0,9
(vb + vc) = 40 km/h
2º caso
o barco sobe o rio, então a velocidade relativa do barco é a sua propria
velocidade(vb) menos a velocidade das águas do rio(vc), então:
(vb - vc) = 36/1,2
(vb - vc) = 30 km/h
Resolvendo o sistema teremos
(vb + vc) = 40 km/h
(vb - vc) = 30 km/h
-----------------------
2 vb = 70
vb = 70/2
vb = 35 Km/h
Substiuindo o valor de vb em qualquer uma das equações teremos como
valor para vc = 5 km/h
O tempo que o barco leva para atravessar o rio e dado por
t = e / vb
t = 175 / 35
t = 5h |
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Pergunta: AO
SE PREPARAR UM BANHO MORNO, COLOCARAM-SE DUAS(2) PANELAS DE ÁGUA A 80ºC
NA BANHEIRA. QUANTAS PANELAS DE ÁGUA A 20ºC DEVEM SER MISTURADAS PARA SE
OBTER UMA TEMPERATURA FINAL DE 50ºC? |
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Resposta:
Q = quantidade de calor
c = calor específico da água
m = massa de água
dt = temperatura final , temperatura inicial
Vamos supor que não há perdas de calor para o meio. Vamos dizer que em
cada panela há uma massa m de água. O que acontece? Uma certa quantidade
A de água a 80°C entrará em contato com outra quantidade B de água, a
20°C; ambas atingirão o equilíbrio termico, a 50°C. A; cederá certa quantidade de calor para
B; até que a temperatura do sistema A e B se
equilibre a 50°C.
Então: Q = m*c*dt
A massa de ;A; é duas vezes a massa m de água em
cada panela (pois foram colocadas 2 panelas), ou seja 2m:
Qa = (2m)*c*(50 ; 80)
e
Qb = (Xm)*c*(50-20)
X é o que queremos achar!
Se não há trocas de calor com o meio, tem-se que Qa + Qb = 0 (revise a
teoria em seu livro de Física).
Qa + Qb = 0
(2m)*c*(-30) + (Xm)*c*30 = 0 podemos cancelar m e c
2*(-30) + X*30 = 0
30*X = 60
X = 2
Caso eu não tenha errado, devem ser misturadas 2 panelas de água a 20°C.
Vejamos mais
simplesmente:
Q1 +
Q2 = 0
m.c.T + m2.c2.T2 = 0
2.V.1.(80 - 50) + x.V.1.(50 - 20) = 0
60.V = 30.x.V
x = 2 panelas
considerando que os volumes sejam iguais de cada panela.
Resp.: 2 panelas de água a 20ºC |
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Pergunta: Num
circuito oval de automobilismo, um piloto faz o percurso em 5 minutos.Se
aumentar a velocidade média em 12km/h,reduz o tempo em 1 minuto .O
comprimento do circuito é: a)4km b)5km c)10km d)50km |
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Resposta: seja S =
comprimento do circuito
o tempo em horas é igual a t = 5/60 = 1/12
então S = V.t = V.(1/12)
e da S = (V + 12).(4/60) = (V+12).(1/15)
da equação 1) temos que V = 12.S
e da equação 2) temos que V = 15S - 12 igualando-se as duas equações
temos:
12.S = 15.S - 12 ou -3.S = - 12 ou melhor
S = 12/3 = 4 km. Ok confere alternativa (a)
Veja melhor dessa forma:
5 min = 1/12 h
4 min = 1/15 h
V = S/t
V = S/(1/12)
V = 12.S
novo percurso:
(V + 12) = S/(1/15)
(V + 12) = 15.S
sendo S o mesmo para as duas voltas:
V/12 = (V + 12)/15
15.V = 12.V + 144
3.V = 144
V = 48 km/h
substituindo V em qualquer das duas equações temos o comprimento (S) do
circuito:
V = 12.S
S = V/12
S = 48/12
S = 4 km
Resp.: 4 km
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Pergunta: Tenho
duvidas sobre o conteúdo que estou tendo em Física, na 3ª série do 2º
grau, que é Forças elétricas. |
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Resposta: As forças
entre cargas elétricas são forças de campo, isto é, forças de ação
à distância, como as forças gravitacionais (com a diferença que as
gravitacionais são sempre forças atrativas).
O cientista francês Charles Coulomb conseguiu estabelecer
experimentalmente uma expressão matemática que nos permite calcular o
valor da força entre dois pequenos corpos eletrizados. Coulomb verificou
que o valor dessa força (seja de atração ou de repulsão) é tanto
maior quanto maiores forem os valores das cargas nos corpos, e tanto menor
quanto maior for a distância entre eles. Ou seja: a força com que duas
cargas se atraem ou repelem é proporcional às cargas e inversamente
proporcional ao quadrado da distância que as separa. Assim, se a distância
entre duas cargas é dobrada, a força de uma sobre a outra é reduzida a
um quarto da força original.
Para medir as forças, Coulomb aperfeiçoou o método de detectar a força
elétrica entre duas cargas por meio da torção de um fio. A partir dessa
idéia criou um medidor de força extremamente sensível, denominado balança
de torção.Veja em nosso resumão agora a matéria sobre o assunto. |
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Pergunta: (UFRS)
DUAS PARTÍCULAS CADA UMA COM CARGA ELÉTRICA POSITIVA Q CONFORME
FIGURA.OUTRA PARTÍCULA COM CARGA ELÉTRICA -Q OCUPA A POSIÇÃO C A FORÇA
ELÉTRICA EXERCIDA SOBRE A CARGA EM B DEVIDO AS CARGAS A E C TEM MODULO 2F.
SE A CARGA QUE ESTA EM A FOR COLOCADA NA POSIÇÃO D/2 A FORÇA ELÉTRICA
EXERCIDA SOBRE A CARGA EM B TERÁ MODULO:a)1F b)2F c)3F
d)4F e)5F
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Resposta:
F = k.|Q|.|q|/d²
essa é a fórmula.
na posição original, temos:
Fb = k.Q.Q/D² + k.Q.Q.D²
Fb = 2.k.Q²/D²
Fb = 2F então F = k.Q²/D²
posição com A em D/2 :
F'b = k.Q.Q/(D/2)² + k.Q.Q/D²
F'b = 4.k.Q²/D² + k.Q²/D²
F'b = 5.k.Q²/D²
F'b = 5F
Resp.: letra e) 5F |
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Pergunta: (ITA-SP)
- Três carros percorrem uma estrada plana e reta com velocidade em função
do tempo representada pelo gráfico abaixo. No instante t = 0, os três
carros passam por um farol. A 140 m desse
farol há outro sinal luminoso permanentemente vermelho. Quais dos carros
ultrapassarão o segundo farol ?
a) somente o primeiro
b) somente o segundo
c) somente o terceiro
d) o primeiro e o segundo
e) o segundo e o terceiro |
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Resposta: Se
a velocidade do móvel 1 e igual a 30m/s, e o do móvel 2
também e de 30m/s, e a do móvel 3 e de 40m/s. Podemos imaginar o
seguinte: Tempo
= 0 Vm1=
30m/s S0
= 0 S = 140 m
V0
= 30m/s
Vm2
= 30m/s S0 =
0 V0 =
30m/s

Vm3
= 40m/s S0 = 0 V0 = 40m/s

Vm1
= DS1
/
DT1
Þ 30 m/s = 140 m
/ DT1
Þ
DT1 = 140m
/ 30 m/s
@ 4,7
s
Vm2
= DS2
/
DT2
Þ 30 m/s = 140m
/ DT2
Þ
DT2
= 140m
/ 30m/s
@ 4,7 s
Vm3
= DS3
/ DT3
Þ 40 m/s = 140 m / DT3
Þ
DT1 = 140m / 40
m/s
@ 3,5
s
Logo,
o carro 1 e 2 passarão o segundo farol. |
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