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Pergunta: EU
GOSTARIA DE SABER QUAL SERIA A DESVANTAGEM BIOLÓGICA DE UM REBANHO DE
CLONE? |
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Resposta: Até
agora não
foi visto nada, pois ainda esta em fase de testes a clonagem de animais.
As desvantagens estão
ligadas aos fatores externos (ambientais).. como mudanças climáticas,
pestes, doenças etc.. que selecionaria apenas os indivíduos mais
fracos.. Neste caso, como todos os indivíduos têm as mesmas
potencialidades genéticas, qualquer mudança poderia acabar matando todo
o rebanho. |
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Pergunta: Estou
estudando biologia e gostaria que vocês me enviassem exercícios por matéria.
Hoje estudei citologia, precisava saber como cai no vestibular que tipo de
exercício. Grata |
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Resposta: Por
sua sugestão preparamos exercícios de Biologia com enfase à Citologia e
você está recebendo em primeira mão os mesmos. (ANEXO
- Clique aqui e obtenha em formato zip)
Nossos simulados não são específicos por matéria
como você deseja. Nossa intenção é disponibilizar todas as matérias
com assuntos que mais vem sendo exigidos nos vestibulares em geral. Vou
mencionar outros links sobre o assunto que procura:
http://www.logic.com.br/prof.cynara/citologia.htm
http://redebonja.cbj.g12.br/bomjesus/bios/bios_ex_cit.htm
Pelo que eu li, o site mais interessante é este
último que mencionei, mas nos 2 primeiros você vai encontrar exercícios
sobre citologia. |
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Pergunta: Gostaria
de saber se o uso do calcário pode causar algum dano a vida ou algum tipo
de modificação no meio ambiente. |
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Resposta:
Como
sabe tudo na natureza é harmônico. Tudo que é excesso deve ser evitado.
Assim devemos ter o uso do calcário também. Ele não causa dano a vida.
Agora, com certeza causa modificação ao meio ambiente. Vejamos:
Calcário é um tipo comum
de rocha sedimentar, composta por calcita. O calcário cristalino metamórfico
é conhecido como mármore. Muitas variedades formaram-se pela união de
conchas do mar de diferentes animais marinhos.
Mármore, variedade
cristalina e compacta de calcário metamórfico, que pode ser polida até
que se obtenha um grande brilho. Empregada principalmente em construção
e como material para esculturas. Comercialmente, o termo amplia-se para
incluir qualquer rocha composta de carbonato de cálcio que possa ser
polida, como, por exemplo, alguns calcários comuns. Inclui também, em
termos genéricos, pedras como o alabastro, a serpentina e, às vezes, o
granito.
As cavernas de dissolução
(morfologia cárstica) formam-se quando a água da chuva escoada e as
correntes superficiais desgastam a rocha durante muitos anos formando
labirintos subterrâneos. Ao fluir, a água absorve dióxido de carbono do
solo, que reage com a água e forma ácido carbônico. Embora seja um ácido
muito fraco, dissolve o calcário que se deposita mais tarde em forma de
estalactites e estalagmites, formações caraterísticas de uma caverna de
dissolução. Uma corrente pode escavar vários níveis em uma caverna,
deixando atrás câmaras secas.
Estalactites e estalagmites,
formações minerais que se encontram com freqüência em cavernas.
Estalactite é a acumulação de carbonato de cálcio que desce do teto ou
dos lados das cavernas de calcário. Quando os depósitos de carbonato cálcico
crescem de baixo para cima a partir do solo, são chamados estalagmites.
Ciclo do Carbono: O
carbono, vital para todos os seres vivos, circula de maneira contínua no
ecossistema terrestre. Na atmosfera existe em forma de dióxido de carbono
que as plantas empregam na fotossíntese. Os animais usam o carbono das
plantas e liberam dióxido de carbono, produto do metabolismo. Embora
parte do carbono desapareça temporariamente do ciclo na forma de carvão,
petróleo, combustíveis fósseis, gás e depósitos calcários,
a respiração e a fotossíntese mantêm praticamente estável a
quantidade de carbono atmosférico. A industrialização leva dióxido de
carbono adicional ao meio ambiente.
Na agricultura:
Não é possível definir com precisão uma década ou série de
acontecimentos para marcar o início da revolução que a tecnologia
trouxe à agricultura. Entre os progressos mais importantes, estão a criação
seletiva de gado, iniciada nos primórdios de 1700, e a dispersão de calcário
e outros nutrientes pelas terras de cultivo ao final daquele mesmo século.
Em meados do século XVII, surgiram aperfeiçoamentos mecânicos no arado
tradicional. Nessa mesma época e ao longo do século seguinte,
efetuaram-se as primeiras tentativas sistemáticas para estudar e
controlar as pragas. No século XIX, desenvolveram-se vários tipos de
praguicidas utilizados em forma de fumigações. A nova explosão demográfica
no período posterior à I Guerra Mundial levou a um incremento na
produção. A necessidade de mais alimentos foi minimizada pela chamada
Revolução Verde, que implicou no cultivo seletivo de colheitas
tradicionais em busca de maiores rendimentos, novos híbridos e métodos
de cultura intensivos.
O brócolis, estreitamente aparentado com a couve, é
nativo da Europa. Requer solos férteis, bem drenados e calcários.
Para as àguas: Além disso, o
calcário é um ótimo filtro para essas águas fluviais, tornando a
transparência de seus rios um grande atrativo turístico.
Ressurgência, designa, em geomorfologia, fontes
de água que aparecem em terrenos calcários. São caracterizadas pela
grande abundância de água e também pela intermitência. Na maioria dos
casos, não passam de cursos de água sumidos em outro lugar, que
ressurgem, daí o nome que recebem. Em resumo, é uma reaparição ao ar
livre, ao fim de um percurso subterrâneo, de um curso de água
superficial desaparecido a montante.
Alto forno: Para transformar o minério de ferro em
ferro-gusa é necessário eliminar suas impurezas. Este processo é
realizado em um alto-forno onde força-se a passagem do ar extremamente
quente através de uma mistura de mineral, coque e calcário, denominada
carga. |
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Pergunta: Qual
a fonte primaria de energia dos seres vivos? Porque? |
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Resposta:
A fonte primária de
energia dos seres vivos é a Nutrição ,
é o processo pelo qual os seres vivos obtêm, transformam e usam as substâncias,
chamadas nutrientes, que fornecem a energia necessária à manutenção
dos processos vitais. As necessidades energéticas dos seres vivos são as
mais variadas e os nutrientes devem estar disponíveis em quantidade e
diversidade suficientes para satisfazer essas necessidades. São os
nutrientes que fornecem a matéria-prima básica a partir da qual a
estrutura celular é formada. Eles também são responsáveis pela energia
necessária às complexas reações químicas que ocorrem no nível
celular. Como seres autótrofos, isto é, capazes de sintetizar substâncias
orgânicas, a partir de substâncias inorgânicas, os vegetais precisam de
nutrientes minerais e a partir deles, sintetizam as substâncias orgânicas
que lhes são necessárias. Os animais, que são heterótrofos, ou seja, não
sintetizam substâncias orgânicas a partir de inorgânicas, precisam de
nutrientes orgânicos, que por sua vez são produzidos em primeiro lugar
pelos vegetais.
Ciclo de Nutrientes, , termo genérico
que designa o percurso de qualquer substância essencial à vida, através
do meio ambiente físico ou biológico. Os ciclos de nutrientes essenciais
incluem os do carbono, do nitrogênio, do oxigênio e da água. |
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Pergunta: O
que é substrato? Dê exemplos |
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Resposta:
Em Filos, substrato é a base de um fenômeno. O que forma a parte
essencial do ser; a essência. Aquilo sobre que repousam as qualidades.
As enzimas são grandes
proteínas que aceleram as reações químicas. Em sua estrutura globular,
entrelaçam-se e se dobram em uma ou mais cadeias polipeptídicas, que
trazem um pequeno grupo de aminoácidos para formar o sítio ativo, ou
seja, o lugar onde adere o substrato e onde se realiza a reação. Uma
enzima e um substrato não chegam a se unir, se suas formas não se
encaixam com exatidão. Este fato assegura que a enzima não participe em
reações equivocadas. A própria enzima não é afetada pela reação.
Quando os produtos são liberados, a enzima volta a se unir com um novo
substrato.
Em lingüística, denominação
dada ao conjunto dos resíduos deixados por uma língua que desapareceu ou
se modificou ao entrar em contato com outra, depois de uma conquista política.
A ação do substrato se manifesta no terreno lexical pela persistência
de certas palavras do vocabulário dos povos vencidos adotadas pelo
vencedor; manifesta-se também , embora em menor grau, na morfologia,
sintaxe e pronúncia.
Exemplo típico foi o
Latim, que se difundiu por todo o Império Romano e acabou por dilatar-se
no contato com os falares locais, dando origem às línguas neolatinas. |
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Pergunta: Quais
as doenças causadas pela hipovitaminas? |
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Resposta: Hipovitaminose
A - A Hipovitaminose A é a deficiência de Vitamina A em nível
dietético, bioquímico ou clínico, com repercussões sistêmicas que
afetam as estruturas epiteliais de diferentes órgãos, sendo os olhos o
mais evidente. O termo mais atual, usado em substituição a
Hipovitaminose A, é Deficiência de Vitamina A.
Funções: A Vitamina A é
essencial ao crescimento e desenvolvimento do ser humano. Atua também na
manutenção da visão, no funcionamento adequado do sistema imunológico
(defesa do organismo contra doenças, em especial as infecciosas), mantém
saudáveis as mucosas (cobertura interna do corpo que recobre alguns
órgãos como nariz, garganta, boca, olhos, estômago) que também atuam
como barreiras de proteção contra infecções. Estudos mais recentes
vêm mostrando que a Vitamina A atua como antioxidante (combate os
radicais livers que aceleram o envelhecimento e estão associados a
algumas doenças). Porém, recomenda-se cautela no uso de vitamina A,
mediante o uso de suplementos medicamentosos por exemplo, uma vez que, em
excesso, ela também é prejudicial ao organismo.
Conseqüências da
deficiência de Vitamina A:A deficiência de Vitamina A (Hipovitaminose A)
é uma doença nutricional grave e é a causa mais freqüente de cegueira
previsível entre crianças. Além das alterações oculares que podem
levar a cegueira, a deficiência contribui para o aumento das mortes e
doenças infecciosas na infância.
Sinais da carência:O diagnóstico da Deficiência de Vitamina A só pode
ser confirmado por profissionais de saúde pois muitos dos sinais são
comuns a outras doenças como pele seca e fadiga, embora outros sejam mais
característicos da Hipovitaminose A:
- a nictalopia (cegueira noturna), que é a dificuldade
do indivíduo em enxergar à noite ou em ambientes de pouca luminosidade,
é um sinal mais característico e precoce da deficiência de Vitamina A.
Outras alterações oculares características da deficiência são a
xeroftalmia (conjutivas secas, sem brilho) e a Mancha de Bitot.
- Infecções freqüentes podem indicar carência, pois a falta de
Vitamina A reduz a capacidade do organismo de se defender das doenças
Causas da Deficiência:A
deficiência de Vitamina A pode ser causada por:
- falta de amamentação ou desmame precoce: o leite materno é rico em
vitamina A e é o alimento ideal para crianças até seis meses de idade.
Se a criança não é amamentada ao peito ou deixa de receber o leite
materno antes dos quatro meses de vida pode apresentar deficiência de
Vitamina A; - ingestão insuficiente de alimentos ricos em vitamina A: os
indivíduos podem ingerir alimentos em quantidades insuficientes, levando
a uma ingestão também insuficiente de Vitamina A. Isso ocorre porque as
pessoas/famílias não dispõem de recursos financeiros para adquirirem os
alimentos necessários à sua sobrevivência e também porque podem
desconhecer os alimentos que são as fontes mais ricas de Vitamina A; -
ingestão insuficiente de alimentos que contêm gordura: gorduras em
excesso devem ser evitadas porque podem ocasionar diversos problemas de saúde.
Porém, o organismo humano necessita de uma quantidade de gordura
proveniente dos alimentos para manter diversas funções essenciais ao seu
bom funcionamento. Uma delas é permitir a absorção de algumas
vitaminas, chamadas lipossolúveis (Vitaminas A, D, E e K). Se a alimentação
é isenta de gordura, pode vir a ocorrer uma deficiência de vitamina A.
- infecções freqüentes: as infecções que acometem as crianças
principalmente levam a uma diminuição do apetite: a criança passa a
ingerir menos alimentos quando está doente podendo levar a duma deficiência
de Vitamina A. Além disso, a infecção faz com que as necessidades orgânicas
de Vitamina A sejam mais altas, levando a redução dos estoques da
vitamina no organismo e desencadeando ou agravando a deficiência.
Principais fontes
alimentares de Vitamina A: A vitamina A pré-formada (retinol)
("pronta para ser usada pelo organismo") é encontrada em
alimentos de origem animal : carnes (principalmente fígado), peixes, ovos
e leite integral e derivados. Vegetais também são fontes de Vitamina A,
que se apresenta na forma de precursores da Vitamina, os carotenóides, os
quais, no organismo, se converterão em vitamina A. Em geral, frutas e
legumes amarelos e alaranjados e vegetais verdes-escuro são ricos em
carotenóides: manga, mamão, cajá, caju maduro, goiaba vermelha, abóbora/moranga/jerimum,
cenoura, acelga espinafre, chicória, couve, salsa etc.... Alguns frutos
de palmeira e seus óleos são muito ricos em vitamina A: dendê, buriti,
pequi, pupunha, tucumã. |
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Pergunta: A
senescência
e queda das folhas de árvores são fenômenos observados com grande
intensidade no outono, em regiões de clima temperado, quando as noites se
tornam progressivamente mais frias e os dias mais curtos. A diminuição
da temperatura e a menor iluminação acarretam em que alterações de níveis
hormonais nas plantas. |
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Resposta: O
crescimento e o florescimento das plantas são governados pela interação
de ritmos biológicos intrínsecos e pelas variações dos fatores
ambientais. Assim, estes ritmos são muito importantes para a agricultura.
O florescimento é determinado, principalmente, pelos períodos de luz e
escuridão em certos estágios do crescimento das plantas. O conhecimento
destes fatores nos ajuda a selecionar plantas adequadas para as várias
latitudes e condições climáticas e para compreender a reprodução
das plantas. Foram feitas várias tentativas para alterar os ritmos
biológicos das plantas. Flores são exportadas de Israel para a Europa.
Portanto, é desejável que o florescimento ocorra quando a demanda é
maior. Sujeitando as plantas à combinação adequada de temperaturas
variadas, o tempo do florescimento pode ser alterado. Assim, a estrela de
Belém (Ornithogalum arabicum) que floresce normalmente em março,
pode ser forçada a florescer em dezembro.
As funções biológicas com periodicidade circadiana
são variadas. Por exemplo, três espécies de fungos luminosos aumentam e
diminuem a emissão de luz, tanto na claridade contínua quanto no escuro,
num período de 24 horas. Uma pequena alga marinha unicelular, Gonyaulax,
também demonstra variações diárias nas emissões de luz. Nas plantas
superiores, os ritmos diários de vários processos metabólicos, como a
fotossíntese e a respiração, são comuns. As mudas de limão exibem uma
periodicidade de transpiração de 24 horas. Os movimentos diários das
folhas e a abertura e fechamento de flores são especialmente notáveis.
Hormônios vegetais,
compostos orgânicos não nutrientes produzidos por plantas, geralmente em
um local diferente daquele onde são usados. Tais hormônios, em baixas
concentrações, regulam o crescimento e as reações fisiológicas das
plantas. Recentemente, uma grande quantidade de hormônios vegetais foi
sintetizada e alguns são usados comercialmente para matar ervas
daninhas ou cultivar frutas.
As plantas são altamente organizadas tanto em termos
de forma, quanto de função. São os hormônios vegetais que coordenam e
integram os processos de crescimento das plantas e que provocam esse
nível de organização. O aspecto do controle do crescimento das plantas
fica particularmente evidente no estudo de tecidos vegetais. Por exemplo,
se as células vivas que não perderam a capacidade de se dividir forem
removidas de uma planta, retomarão o crescimento ativo se receberem
nutrientes essenciais e hormônios de crescimento. Entretanto, se o
equilíbrio entre os diferentes hormônios não for extremamente preciso,
o resultado será o crescimento de massas tumorais de células vegetais,
que parecerão ter perdido completamente o controle do seu poder de
organização e de estruturação. Por outro lado, ao alterar o
equilíbrio e a concentração de hormônios de plantas no meio de
cultura, os cientistas podem desenvolver plantas completas com raiz e copa
e todas as suas características típicas a partir de uma única célula.
Muitas das chamadas "plantas de proveta" são produzidas dessa
forma.
Ainda não se conhece muito bem o funcionamento dos
hormônios vegetais em termos da química celular das plantas. Entretanto,
atualmente, acredita-se que um local de atuação dos hormônios vegetais
seja próximo ao gene, onde promovem a formação de moléculas específicas
de ARN-mensageiro. Essas moléculas, por sua vez, são as mediadoras da síntese
de enzimas específicas, isto é, moléculas protéicas que controlam a
bioquímica e a fisiologia do organismo. Ver Ácidos nucléicos;
Biologia molecular.
Visto que os hormônios vegetais só foram descobertos
na década de 1920, o conhecimento de sua natureza e ação é bastante
recente. Entretanto, a existência de hormônios vegetais foi postulada
por Julius von Sachs e Charles Darwin em torno de 1880. Após ter estudado
os efeitos da exposição à luz sobre o crescimento de plantas, Darwin
escreveu no seu livro The Power of Movement in Plants: "Quando
os brotos são expostos livremente à luz lateral, há alguma transmissão
de influência da parte superior à inferior, o que faz com que a última
se curve." Ao observar os efeitos da gravidade sobre raízes das
plantas, anotou: "É somente o topo que recebe a ação, e esta parte
exerce alguma influência sobre as partes adjacentes, fazendo com que se
curvem para baixo."
Durante as décadas de 1920 e 1930, o hormônio
intermediador das reações que Darwin havia percebido foi isolado e
identificado como ácido indolil-3 acético, ou AIA. Esse trabalho foi
realizado por Fritz W. Went, F. Kogl e A. J. Hagen-Smit, na Holanda. Mais
ou menos na mesma época, o cientista japonês E. Kurosawa estudava substâncias
isoladas de um fungo que ataca o arroz e que provocam aumentos marcantes
no crescimento dos brotos. Essas substâncias são hoje conhecidas como
giberelinas; uma delas é o ácido giberélico. Mais tarde, outros
pesquisadores, ao tentar criar tecidos e órgãos vegetais em condições
assépticas, descobriram que, quando se adicionavam pequenas quantidades
de leite de coco às culturas de tecido vegetal, provocava-se um aumento
do crescimento da planta. A busca pelo fator que induz esse crescimento
aumentado levou à descoberta dos hormônios conhecidos como citoquininas.
PRINCIPAIS CLASSES DE HORMÔNIOS VEGETAIS Os hormônios
vegetais podem ser agrupados em diversas classes principais. Essas classes
são determinadas pelas características químicas dos hormônios ou pelos
efeitos que exercem sobre as plantas.
Auxinas: São os compostos que provocam o alongamento
nas células dos brotos de plantas. As auxinas são sintetizadas e
apresentam as concentrações mais altas nas áreas meristemáticas do
broto e da raiz, áreas nas quais as células se dividem rapidamente para
renovar o seu crescimento. As auxinas são deslocadas por toda a planta a
partir dessas áreas.
Quando aplicada externamente às extremidades de caules
incisos, a auxina estimula sua formação. Em dosagens excessivas, porém,
inibe a formação de raízes. Em geral, o tecido da raiz é
consideravelmente mais sensível à auxina do que o tecido do caule.
Portanto, as concentrações de auxina mais favoráveis para o alongamento
do caule normalmente resultam na inibição do desenvolvimento da raiz.
Essa sensibilidade diferenciada faz com que as
extremidades do broto das plantas apresentem um geotropismo negativo, isto
é, fiquem voltadas para cima, quando colocadas em posição horizontal;
nessas mesmas condições, as extremidades da raiz apresentam um
geotropismo positivo, ou seja, ficam voltadas para baixo, para dentro do
solo. Quando a gravidade faz com que a auxina se acumule na parte inferior
do caule, as células mais baixas se alongam mais do que as de cima,
fazendo com que a extremidade que está em crescimento se volte para cima.
No caso da raiz, entretanto, a situação é inversa. A concentração
maior de auxina na parte inferior inibe o alongamento das células naquele
local, e o alongamento relativamente maior das células superiores faz com
que a extremidade da raiz se volte para baixo.
A auxina também provoca reações fototrópicas, ou
seja, reage à luz. Visto que a luz aparentemente tende a destruir uma
auxina no meristema, a parte do broto que fica distante da luz sofrerá um
maior alongamento celular, e fará com que a extremidade do broto se curve
na direção da luz.
A auxina também controla a dominância apical, o fenômeno
através do qual o crescimento dos botões laterais ao longo do caule de
uma planta é controlado pela presença de um botão terminal, ou apical.
As pesquisas indicam que as concentrações de auxinas produzidas no botão
fazem com que a extremidade do caule cresça, mas, quando deslocadas para
baixo no caule, inibem o crescimento de botões laterais. As coníferas,
árvores nas quais a dominância apical se expressa com força, têm uma
verticalidade diferente da de árvores tais como olmos e bordos maduros.
Após a polinização de uma flor, os tecidos da parede
do ovário e um receptáculo crescem rapidamente, resultando no
desenvolvimento de um fruto grande e polpudo. Esse crescimento é gerado
pelo crescimento celular, um processo mediado pela auxina. Sabe-se que
algumas frutas podem ser produzidas sem polinização ao se aplicar auxina
artificialmente e no momento certo a um órgão floral, como, por exemplo,
o estigma. Este processo de produção de frutas sem polinização é
conhecido como desenvolvimento partenocárpico e resulta em frutas sem
sementes.
À medida em que as frutas ou as folhas amadurecem,
elas produzem camadas especializadas de células nos seus talos, chamadas
de zonas de abscisão. Com o tempo, o tecido de ligação entre duas das
camadas dessas células se dissolve, e a fruta ou a folha cai. Essa separação
natural das folhas e das frutas da planta, chamada de abscisão, é
acionada por alterações na concentração de auxina em toda a área de
abscisão.
Embora a auxina natural mais amplamente encontrada nas
plantas seja o ácido indolil-3 acético, ou AIA, este é muito menos
usado na agricultura que as auxinas sintéticas, tais como o ácido
indolbutírico (AIB), o ácido naftalenacético (ANA) e o ácido 2,4-diclorofenoxiacético
(2,4-D). O motivo é que o AIA é continuamente quebrado por sistemas de
enzimas na planta, ao passo que os compostos sintéticos não são
sujeitos a tal degradação. Conseqüentemente, pequenas doses de auxinas
sintéticas podem resultar em efeitos amplos e duradouros.
As auxinas sintéticas têm uma ampla gama de usos. São
empregadas para aprimorar a formação de raízes de brotos de plantas
que, de outro modo, teriam dificuldade para criar raízes; para induzir o
desenvolvimento de frutas partenocárpicas, tais como tomates de estufas
em baixas condições de polinização; e para tornar esparsos flores e
frutos jovens ao induzir a abscisão no início da época de crescimento,
o que aumenta o tamanho e a qualidade dos frutos restantes. As auxinas
sintéticas também são usadas para evitar a queda de frutos cítricos e
de maçãs antes da época da colheita. Outro emprego comum das auxinas
sintéticas é erradicar alguns tipos de ervas daninhas seletivamente.
Giberelinas: são amplamente distribuídas nas plantas
e regulam muitas funções importantes. Em 1965, 13 formas moleculares
levemente diferentes que se distinguem muito em termos de atividade biológica
já haviam sido descobertas. A giberelina mais produzida comercialmente é
o ácido giberélico, conhecido por AG3.
As giberelinas exercem um papel importante no
crescimento das plantas. Por exemplo, o nanismo vegetal genético resulta
em entrenós muito curtos, isto é, em pedaços de caules curtos entre os
nódulos onde surgem as folhas. O crescimento reduzido de caules de
plantas geneticamente anãs é provocado pelo bloqueio genético da produção
normal de giberelina pelo metabolismo vegetal. Quando se fornece
giberelina externamente a plantas anãs, a planta cresce e se desenvolve
normalmente.
Muitas plantas bienais requerem exposição a um período
de baixas temperaturas ou a dias longos, ou a ambos, para produzir um talo
alongado para florescer. Muitas dessas plantas, sob condições que
normalmente provocariam um crescimento vegetativo contínuo, podem ser forçadas
a produzir esse talo com a aplicação de ácido giberélico.
Além disso, demonstrou-se que as giberelinas, assim
como as auxinas, são capazes de provocar o desenvolvimento partenocárpico
de frutas. São aplicadas com regularidade e comercialmente na produção
de cachos de uvas maiores e mais bem proporcionados.
Durante a germinação das sementes, as giberelinas e
as auxinas interagem de maneira delicada. Depois que a semente capturou a
água, o embrião produz a giberelina, que aciona a síntese de enzimas
responsáveis pela produção da auxina. A giberelina também promove o
alongamento da raiz primária ao mesmo tempo em que os níveis mais altos
de auxinas fazem com que o tegumento da semente enfraqueça e a planta
embrionária cresça. Como está um passo à frente no ciclo, a raiz
emerge primeiro da semente, seguida pela copa da planta. Altos níveis de
auxina podem provocar a expansão rápida do caule primário, o que, por
fim, faz o topo do broto atravessar a superfície do solo.
Citoquininas ou quininas: grupo de hormônios que
promove a divisão celular ao invés do alongamento celular. As
citoquininas surgem nas raízes das plantas e são transportadas para cima
até os brotos. É possível que também se originem em algumas folhas e
brotos jovens. A primeira citoquinina a ser conhecida, a cinetina, foi
isolada de um animal (do ADN do sêmen do arenque). Mas outras têm ampla
ocorrência em plantas e já foram isoladas e caracterizadas quimicamente.
As citoquininas parecem ser as grandes "normatizadoras"
do crescimento de plantas. Têm um papel importante no desenvolvimento
controlado e organizado da forma e da estrutura das plantas superiores.
Quando adicionadas a culturas assépticas nas concentrações adequadas,
as citoquininas provocam a diferenciação dos grupos de células que
formam os tecidos que eventualmente se tornarão as diferentes partes das
plantas. A descoberta desse fato na década de 1940 estabeleceu o arcabouço
para sucessos experimentais posteriores. No início da década de 1960, já
se criavam plantas inteiras suspensas em meios nutritivos artificiais a
partir de células únicas e indiferenciadas.
Outra
função importante da citoquinina é a inibição da senescência, isto
é, do envelhecimento, principalmente em culturas de vegetais de folhas
verdes. Os hormônios aumentam a retenção de algumas substâncias, tais
como aminoácidos, dentro da célula. Conseqüentemente, tais substâncias
podem retornar ao ciclo através da síntese de proteínas, que são
essenciais para o crescimento e a reparação de tecidos. Desse modo, o
envelhecimento, o amarelecimento e a conseqüente perda de qualidade
mercadológica dos produtos colhidos é consideravelmente retardada. Uma
citoquinina sintética, a benziladenina, está começando a ser usada
experimentalmente como inibidor de senescência em muitos tipos de plantas
verdes, tais como alface, brócolis e aipo.
Hormônios do
florescimento: são o florigen e a vernalina. O florigen foi postulado e
nomeado pelo fisiologista de plantas russo M. K. Cajlachjan em 1937. As
pesquisas recentes indicam que o florigen consiste de dois componentes
principais: giberelina e outros fatores de formação de flores chamados
de antesinas.
A giberelina parece ser
necessária para a formação de flores em plantas de dias longos, isto é,
plantas que precisam de relativamente muitas horas de luz do dia para
florescer. O florescimento em plantas de dias curtos, aquelas que só
florescem se houver menos do que uma quantidade máxima de luz do dia,
provavelmente é promovido pelas antesinas. Acredita-se que estas são
produzidas nas folhas. Estão sendo feitos esforços para isolá-las e
caracterizá-las.
Venalina: hormônio que se
acredita ser essencial para o florescimento em cultivos bienais que
requerem frio, tais como o trigo de inverno. É produzida nos embriões de
sementes em fase de germinação ou nas células que se dividem nos
meristemas apicais, ou extremidades em crescimento, de plantas maduras. O
hormônio, nomeado pelo fisiologista Johann G. F. Melchers em 1939, ainda
não foi extraído de plantas, nem mesmo em uma forma rudimentar.
Dorminas: inibem o
crescimento de plantas ao fazerem os brotos em crescimento ativo
adormecer. Foram descobertas quase que simultaneamente, em 1963 e 1964,
por pesquisadores na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos. O segundo grupo
batizou a principal substância isolada de abscisina II.
Vitaminas B: tiamina,
niacina e piridoxina (todas vitaminas do complexo B) às vezes são incluídas
entre os hormônios vegetais. Essas substâncias, produzidas nas folhas
das plantas, são mais associadas ao crescimento e à nutrição do que a
alterações de forma.
Retardadores sintéticos de
crescimento: algumas substâncias de crescimento sintéticas,
desenvolvidas desde 1950, provocam o encurtamento dos entrenós, o
endurecimento de caules e o escurecimento da cor verde na folhagem. Elas
também aumentam a resistência das plantas à seca, ao frio e aos
poluentes do ar. Em algumas plantas, como macieiras e azaléias, também
encorajam a formação de flores ao desacelerar o crescimento vegetativo.
Duas dessas substâncias químicas, vendidas sob os nomes Phosphon e
Cytocel, são usadas extensamente na produção de frutas e em muitos
cultivos de flores de estufa.
À medida em que o
conhecimento de muitos tipos de hormônios reguladores de plantas aumenta,
o ser humano obtém maior controle sobre o crescimento e o desenvolvimento
de produtos agrícolas, aumentando sua capacidade de moldar as características
desses produtos às necessidades do consumidor. |
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Pergunta: A
síntese de proteínas, de acordo com a informação contidas nos genes,
ocorre por intermédio de? |
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Resposta: A síntese
de proteínas acontece pela captura de ribossomos inativos no nucléolo,
os quais são transportados pelo RNAt até o citoplasma onde se tornam
ativos e depois de capturados mais ribossomos e combinados com as proteínas
são lançados no Retículo Endoplasmático rugoso local da síntese das
proteínas. Compreenda o mecanismo da Síntese Protéica
PAPEL BIOLÓGICO DO DNA / AUTODUPLICAÇÃO
As espécies biológicas são muito estáveis quanto às suas características
básicas: por exemplo, a espécie humana não mudou apreciavelmente nos últimos
milhares de anos. Essa estabilização nas características fundamentais
das espécies é conseguida pela transmissão de genes, de geração à
geração. Os genes (segmentos da molécula de DNA) "ditam" as
características dos organismos. Faz-se necessário então um mecanismo de
duplicação dos genes, de tal forma que os destinados aos descendentes
sejam idênticos aos dos pais. O DNA tem a capacidade de se autoduplicar
(copiar o seu código genético).
Nas divisões celulares (mitoses) mesmo não relacionadas com a reprodução,
as células filhas recebem um conjunto de genes idênticos aos da célula
mãe; neste caso também, cada molécula de DNA produz uma cópia fiel, ou
seja, se autoduplica.
Além de compor a cromatina (cromossomos) nuclear, o DNA aparece nos orgânulos
celulares mitocôndrias, cloroplastos e centríolos codificando suas
atividades, produção de proteínas e capacidade multiplicativa.
SÍNTESE DE RNA.
Outro papel do DNA é sua capacidade de controlar toda e qualquer
atividade química da célula. As reações químicas celulares dependem
sempre de enzimas. Os genes controlam a produção de enzimas celulares da
seguinte maneira: O DNA produz moléculas de RNA, que vão ao citoplasma.
No citoplasma o RNA "comanda" a fabricação de uma certa proteína
(que por muitas vezes, é uma enzima). A seqüência de aminoácidos na
proteína depende da seqüência do RNA; a seqüência do RNA depende da
seqüência de bases do DNA que o fabricou. Ao pedaço de DNA que contém
a informação para a produção de uma proteína chamamos de cístron,
que é uma das maneiras de conceituar o gene.
DUPLICAÇÃO DO DNA
Para o DNA se duplicar, há necessidade de uma enzima especial, DNA
polimerase. A enzima estando presente ocorrem as seguintes etapas:
as pontes de hidrogênio que ligam as bases nitrogenadas se rompem, as
duas fitas se afastam.
nucleotídeos livres de DNA, que já existem na célula, se encaixam nas
duas fitas que se afastaram. O encaixe só ocorre se as bases forem
complementares.
quando as duas fitas originais tiverem sido completadas por nucleotídeos
novos, estaremos em presença de duas moléculas de DNA idênticas entre
si. Em cada molécula, há um filamento antigo, que pertencia a molécula-mãe,
e um novo, que se formou a partir do antigo (duplicação
semi-conservativa).
COMO O DNA FABRICA RNA (TRANSCRIÇÃO)
Aqui também, é a seqüência do DNA que condiciona a seqüência na molécula
de RNA. Uma diferença importante com a duplicação é que apenas uma
fita de DNA funciona como molde. O RNA produzido será, portanto, fita
simples e não fita dupla. Ocorrem as seguintes etapas:
é necessária a presença de uma enzima: a RNA polimerase.
as pontes de hidrogênio se desfazem; as duas fitas de DNA se afastam.
encaixam-se nucleotídeos livres de RNA apenas numa das fitas de DNA (fita
ativa).
a molécula de RNA (fita única), se destaca de seu molde de DNA e migra
ao citoplasma.
as duas fitas de DNA tornam a parear, reconstituindo a molécula original.
TIPOS DE RNA
RNA-m (RNA mensageiro). Leva ao citoplasma a "mensagem" genética
do DNA, orientando a síntese de proteínas. É a seqüência dos códons
do RNA-m que determina a seqüência dos aminoácidos na proteína. Para
poder produzir proteínas, o RNA-m se associa aos ribossomos existentes no
citoplasma.
RNA-t (RNA transportador). São moléculas pequenas, de aproximadamente 80
nucleotídeos. O RNA transportador possui numa certa região uma seqüência
de 3 bases livres (anticódon).
Existem vários tipos de RNA transportadores, que variam quanto à seqüência
das 3 bases. O papel dos RNA-t é de capturar aminoácidos que se
encontram dissolvidos no citoplasma e carregá-los ao local da síntese
protéica. Cada transportador é específico em relação ao aminoácido
que ele transporta. Esta especificidade é condicionada pela seqüência
de 3 bases (chamada anticódon); assim o transportador com anticódon CAA
transporta o aminoácido valina, o RNA-t UGU carrega o aminoácido
treonina, etc..
RNA-r (RNA ribossômico). É o RNA de fita mais comprida. O papel do
RNA-r, pelo que se conhece até hoje, é estrutural: serve como matéria-prima
para a construção dos ribossomos. Os ribossomos são indispensáveis
para a tradução: ou seja, sem ribossomos, aparentemente nunca ocorre síntese
protéica.
Os esquemas abaixo são indispensáveis para a compreensão do mecanismo
da síntese proteíca.
1) Um ribossomo se associa a uma molécula de RNA-m, abrangendo 2 códons.
No códon UUU se liga um RNA-t com anti-códon AAA, trazendo o aminoácido
fenilalanina. No 2º códon GAG, entra um transportador com anti-códon
CUC, trazendo o aminoácido ácido glutâmico. Entre a fenilalanina e o ácido
glutâmico se forma uma ligação peptídica.
2) A 1ª molécula de RNA-t se destaca do RNA-m, desligando-se também do
aminoácido que havia trazido; o RNA-t sai do ribossomo, podendo ir em
busca de nova molécula de fenilalanina.
A correspondência entre DNA, RNA e aminoácidos.
- Código Genético -
3) O ribossomo se desloca ao longo do RNA-m, abrangendo agora um terceiro
códon (GUA). Entra o RNA-t (CAU) trazendo o aminoácido valina. Forma-se
uma ligação peptídica entre os dois aminoacidos, e simultaneamente,o 2º
RNA-t se desliga do ribossomo.
4) Após percorrer a molécula, o ribossomo sairá finalmente do RNA-m,
ficando o polipeptídeo livre no citoplasma ou encaminhado para o retículo
endoplasmático, afim de ser transportado no interior da célula. É claro
que a mesma molécula de RNA-m pode ser "lida" (traduzida) por
outro ribossomo, que seguirá passo a passo o caminho percorrido pelo
primeiro: o polipeptídeo formado será, evidentemente, idêntico ao
primeiro.
Observação: Modificações (mutações) no código genético podem levar
à síntese de proteínas modificadas, resultando em anomalia ou doenças,
como por exemplo, a anemia falciforme (siclemia). |
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Pergunta: No
aparelho mitótico de onde são originadas as fibras cromossômicas? São
dos centríolos ou dos cinetócoros? |
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Resposta: No
final da prófase formam-se, na região do centrômero, dois outros
centros organizadores de micritúbulos: os cinetócoros. Estes irão
organizar novas fibras: as fibras cromossômicas ou cinetocórias, que só
se formarão na prometáfase. São os cinetócoros. |
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