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Melhores cursos
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Avaliação
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Perspectiva de
mercado
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USP
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5
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Salário inicial (recém-formado):
R$ 800,00
Salário médio (5 anos
de profissão): R$ 2.000,00
Salário final (15 anos
de profissão): R$ 8.000,00
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UFBA
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5
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PUC/SP
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5
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Metodista de SP
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4
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UFMG
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4
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fonte: CAPES (escala de
1 a 7)
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O Curso
Com quatro anos de duração,
oferece formação em diferentes áreas do campo audiovisual como direção,
montagem, fotografia, edição, produção, som, animação e figurino.
O curso também é composto por disciplinas que visam à formação teórica
do estudante como teoria do cinema, história do cinema e cinema brasileiro.
São realizados trabalhos práticos nos últimos semestres do curso, nos quais
os alunos podem se dedicar a diversas etapas de uma filmagem. Muitas vezes,
esses trabalhos são a porta de entrada no mercado de trabalho.
Os melhores cursos de Cinema
e Vídeo segundo o Guia do Estudante 99:
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UFF, USP
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Faap, UFMG
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Obs: 5 estrelas = excelente,
4 estrelas = muito bom, 3 estrelas = bom
Onde cursar Cinema e Vídeo
no Brasil
DF – Brasília: UNB.
MG – Belo Horizonte: UFMG.
RJ – Niterói: UFF.
SP – São Carlos: UFSCar (Imagem e Som); São Paulo: Faap, USP
(Cinema e Vídeo)
O que é Cinema? Como ele
influência as nossas vidas? O que veio primeiro o cinema ou a televisão? O
que se deve assistir?
"De acordo com pesquisas
internacionais e nacionais o cinema é o segundo produto cultural mais
consumido pelas pessoas, de qualquer faixa etária, apenas precedido pela
Televisão. E isso, levando em consideração apenas o número de vezes que as
pessoas vão ao cinema, o que exclui, portanto, todos os filmes vistos em
casa, exibidos pelos canais de televisão ou reproduzidos por meio de
aparelhos de vídeo. Desde sua invenção em 1895 por Lumiére, na França, o
cinema vem oferecendo opção de prazer e conhecimento aos mais variados públicos.
Por que será que a chamada sétima
arte exerce tanta fascinação pelas pessoas?
O Cinema como meio de
comunicação de massa.
O cinema, como
meio de comunicação, caracteriza-se por reproduzir a imagem em movimento e,
sob esse aspecto distingue-se da fotografia, que é estática e congela o
movimento, operando um corte no tempo. O cinema é uma arte temporal que cria
a ilusão de reproduzir a vida tal qual é. Coloca na tela pedaços da
realidade, como se nosso olhar estivesse enfocando o real e não
a sua representação. O espectador tem a impressão exata de estar
participando dos acontecimentos, sendo deles mais uma testemunha. Isso ocorre
mesmo com a representação de fatos acontecidos longe de sua moradia
ou local de trabalho. O realismo procurado pelo cinema tem por objetivo único
dar credibilidade a representação. O cinema escamoteia, esconde seus
produtores, ou seja, o grupo social que o produz, do mesmo modo como esconde
os truques de filmagem. Com isso, fortalece a sensação de participação
direta no que está acontecendo.
Criado, a
principio, para ser um aparelho de laboratório de física, reprodutor do
movimento, o cinema se transforma em veículo narrativo, ou seja, conta uma
história. Por contar histórias, ele desperta o interesse de muitas pessoas e
tem a possibilidade de se transformar em espetáculo coletivo.
Um outro fator
que contribuiu para que o cinema se transformasse em meio de comunicação de
massa foi a possibilidade de se fazer várias cópias de um mesmo negativo
original, cópias que seriam exibidas em vários lugares simultaneamente,
atingindo um público muito maior do que os espetáculos de teatro, que exigem
a presença dos atores no palco, em cada uma das apresentações.
Ao ser
industrializado, com a formação de grandes companhias produtoras e
distribuidoras - Os estúdios - o cinema precisou ser padronizado dentro de
uma perspectiva capitalista de produção. O que antes era feito quase
artesanalmente pelo diretor foi racionalizado e transformado quase em linha de
montagem. As varias atividades técnicas foram separadas em departamentos:
roteiro, direção de arte, figurinos, efeitos especiais etc. Produção e
direção também se separaram. O produtor passou a fazer a coordenação
geral do processo escolhendo o roteiro, o fotógrafo, os atores e até mesmo,
o diretor. Para garantir a mão-de-obra especializada, Os estúdios mantinham
todos esses profissionais sob rígidos contratos que não podiam ser quebrados
sob pena de terem seus salários suspensos.
A medida que o
sistema ficava cada vez mais complexo, foram necessários maiores
investimentos que vinham de banqueiros, indústrias de comunicações, enfim,
de investidores externos. Segundo Mauricio R. Gonçalves estudioso de cinema,
“todos estes capitalistas desejavam auferir lucros de seus investimentos, de
modo que a produção dos filmes hollywoodianos deveria obedecer a fórmulas e
esquemas que se não os garantissem, pelo menos não representassem séria
ameaça aos lucros almejados".
Isso leva a um
segundo estágio de homogeneização, ou seja, o da padronização dos gêneros.
Cada um, fosse faroeste, comédia pastelão, drama social, drama romântico,
musicais, filmes de terror; de suspense, ou quaisquer outros, deveria seguir fórmulas
apropriadas que se adequassem aos atores sob contrato.
Apesar
de o sistema de estúdios, característico do cinema americano, ter se
extinguido a partir da década de 50, o modelo industrial de se fazer filmes
continua a existir em lidos os paises produtores de cinema, inclusive o
Brasil."