O que fazer quando o teste aponta algo que não tem nada haver comigo? Sua dúvida sobre os testes deve ser a mesma que a de vários jovens. Em primeiro lugar, faz-se necessário uma explicação sobre os testes. Estes servem apenas para nortear o trabalho do psicólogo, dar indícios sobre algo e nunca podem ser considerados como uma resposta final, imutável e absoluta. Estes devem ser encarados como um instrumento a mais e nunca a palavra final. Portanto, os testes falham. Nessas situações tanto o aluno como os profissionais não devem se basear apenas nos testes.
Para
exemplificar melhor, por ano são abertos vários cursos diferentes no Brasil; há
como já dissemos, uma grande variedade de cursos novos, seja em nível superior
ou técnico, e muitos testes nem sequer mencionam tais cursos já que muitos
deles nem existiam quando os testes foram criados. As profissões de Webdesigner
e Musicoterapeuta, por exemplo, não existiam há dez anos atrás, época em que
muitos dos vários testes que são utilizados até hoje já eram usados.
Logo, os
testes vocacionais são apenas instrumentos para ajudar no processo de decisão.
A exemplo do que temos disponibilizado no site do Vestibul@r1, servem para dar
uma idéia, para nortear, sobre as profissões que você poderia exercer de
acordo com seus interesses, facilidades e habilidades. Porém, a pista não é
definitiva e infalível, apenas dá um referencial, sobre aquilo que você é ou
que você fará, possibilitando inclusive que você tenha uma maior consciência
para realizar suas escolhas e organizar seus projetos de vida.
Podem não
aparecer profissões que talvez sejam interessantes para você, que poderia
desempenhar muito bem, assim como outras possam aparecer, mas nem por isso
despertar seu interesse ou não estarem relacionadas com suas habilidades. O
teste serve principalmente para ajudar você a revelar um pouco mais do que você sabe
descrever de suas características. Assim, não se baseie exclusivamente nos
testes. O teste não é um atestado final do que você fará ou não.
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