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O que era para ser um momento de conquistas e a certeza
da escolha da profissão, vem um dilema: o que fazer
quando o curso não é o esperado, qual decisão tomar
quando a vontade é desistir de tudo e partir para um
novo princípio?
O que pode ser uma ideia absurda é mais comum do que
parece. Um estudo realizado pelo MEC – Ministério da
Educação - revela que um a cada cinco alunos abandonou a
faculdade em e a maioria dos casos acontece pela
idealização de uma carreira sem a devida reflexão sobre
a escolha. Isso é um novo movimento, cujo acesso a
universidade é fácil, em alguns casos, e os alunos
acabam não avaliando as consequências, valores e
projeção do futuro.
“A maioria das pessoas age por impulso na escolha de uma
profissão, com o pensamento que aquilo lhes trará
benefícios por toda a vida, não pensando em esforços e
dedicação quase que exclusiva. Além disso, muitos optam
pelos cursos do momento, como Gastronomia e Relações
Internacionais sem sequer saber como é o cotidiano da
profissão”, revela Célio Tasinafo, Diretor Pedagógico da
Oficina do Estudante.
Em alguns casos, a desistência é mais traumática por
envolver pais e mães que tem a mesma profissão que o
aluno escolheu no primeiro momento ou, quando eles acham
que tal curso seria o melhor para o filho. Em outros
casos, a renúncia acaba sendo o trampolim para a
realização de um curso tão sonhado.
A estudante Aimeé Martins Santiago, de 17 anos se
encaixa nesse segundo caso. Ela prestou biologia na
Unesp, passou e não gostou do curso. “Sempre quis
medicina, e acabei passando em algo que não desejava.
Acabei desistindo da faculdade e voltei para o cursinho.
Assim, consigo me preparar para o próximo vestibular, no
fim do ano e quem sabe, com muito estudo e dedicação, eu
seja a mais nova médica da família”, relata.
A Oficina do Estudante
A Oficina do Estudante une colegial e cursinho em um
único espaço. A experiente e qualificada equipe de
professores sabe que o sucesso dos seus alunos não
depende de “decoreba”, do simples acúmulo de
informações. Pelo contrário, depende do desenvolvimento
da capacidade crítica, da habilidade para estabelecer
relações entre conteúdos de diferentes disciplinas e
também da capacidade de mobilizar aqueles conteúdos para
a resolução de problemas e questões práticas propostas
por uma realidade sócio-econômica cada vez mais
dinâmica.
No mercado há quinze anos, a Oficina tem a preocupação
com o sucesso acadêmico dos alunos, uma vez iniciada a
vida universitária. Por esse motivo, durante a
preparação para o vestibular, também procuramos
auxiliá-los na difícil tarefa do autoconhecimento –
indispensável para a escolha da carreira profissional e
para o ingresso na vida adulta de forma saudável e
consciente.
www.oficinadoestudante.com.br
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