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Em uma tarefa, um objetivo na vida, é inerente a todas
as pessoas um compromisso, ou engajamento a ainda
comprometimento. Não é uma regra, mas assume-se que
todas as pessoas devam tentar levar adiante um entento
de forma ética, em benefício dos empreendimentos nos
quais estamos envolvidos, isto significa respeito.
Ao assumir compromissos estudantis, não apenas nos
comprometemos com nossos professores e mestres ou com
nossos colégios, cursos ou instituições. Temos um
compromisso muito maior com cada um de nós mesmos.
Passamos a ser avaliados e percebidos no âmbito escolar
e também pessoal a partir das ações que realizamos, da
conduta que temos, dos relacionamentos que temos, dos
resultados que somos obtemos.
No caso dos vestibulandos, há certamente, como nas
demais áreas, direitos e deveres. É justo e necessário
que conheçamos e possamos usufruir de nossos direitos
quando assim for necessário, nunca em demasia, jamais
ultrapassando os limites éticos que sabemos presentes em
nossa jornada.
É, por exemplo, o que deve ocorrer quanto às faltas
eventuais. Doenças, cirurgias, falecimentos e problemas
familiares todos têm em alguns momentos da vida. Como
compromisso ético, deve ser de fundamental importância
que faltemos somente quando necessário, o que,
infelizmente, não é o que de fato ocorre.
Utilizar-se de expedientes como atestados médicos para
ficar longe da escola por períodos longos, sem que
realmente o estudante esteja doente, constitui ação vil,
que prejudica (e muito) seu desempenho, atrasando sua
formação ou conclusão do curso, onerando ainda mais o
setor público (no caso de escola pública) ou o orçamento
familiar.
No Código de Ética dos vestibulandos, pensado pelo
Vestibular1, no primeiro parágrafo poderíamos inserir o
compromisso da assiduidade e da pontualidade. Ser o mais
frequente possível nas aulas, faltar apenas quando
realmente for necessário e chegar antes do início das
atividades escolares. Simplesmente se espera que os
vestibulandos, dotados de bom senso, assumam esse
compromisso.
Em um segundo parágrafo deveria ressaltar que tudo será
feito para que se efetive a aprendizagem, ou seja, que
utilizaremos metodologias, recursos e, em especial,
nossa inteligência e criatividade, para que a educação
realmente aconteça. Esse compromisso, podem pensar
alguns, deveria ser o primeiro, com que concordamos, mas
a questão da presença e da demonstração do engajamento
nos pareceu tão importante no atual estado da educação
brasileira que acabamos por colocá-la no parágrafo
primeiro.
Indo um pouco adiante, é preciso que os vestibulandos se
atualizem sempre quanto aos seus saberes e práticas
pedagógicas, assim como no que se refere aos seus
conhecimentos gerais (em história, geografia, letras,
matemática, educação física, artes, inglês, etc) e
também a atualidades. Creio que este poderia ser o
parágrafo terceiro de nosso Código de Ética do
Vestibulando.
Outro ponto essencial para a ética estudantil dos
vestibulandos, deveria referir-se à ideia de que fazemos
parte de equipes de estudo, colaborando para que nosso
grupo tenha o melhor desempenho possível, sem perder de
vista suas individualidades, mas entendendo-as como
parte que enriquece e torna ainda melhor o todo da ação
empreendida na escola. Seria o parágrafo quatro.
Fechamos essa reflexão sobre esse assunto de tão grande
importância, no possível quinto parágrafo desse Código,
pensando nossa ação estudantil quanto à repercussão e
relações humanas. Os vestibulandos são os artífices de
um amanhã possível, de realizações grandiosas, que podem
permitir o surgimento de um mundo mais justo, em que
prevaleçam a solidariedade, a ética, a cidadania, a
honestidade, o amor.
Assim, como quinto e último parágrafo a ser proposto
para um Código de Ética do Vestibulando, penso em algo
como propiciar o diálogo, a compreensão e a troca no
âmbito escolar e fomentar entre os alunos a curiosidade,
o amor pelo conhecimento e a relação cordial, porém
sempre aberta ao debate e à tolerância quanto a
diferentes posições e ideias. Valorizar o ser humano.
Pode este Código ser visto como poético ou ainda como
filosófico demais, mas num mundo como o nosso, em que
tudo é racionalidade e resultado, ainda podemos nos dar
o direito de sonhar. No vestibular1 - www.vestibular1.com.br,
seus sonhos de passar no vestibular pode se tornar
realidade, basta acessar com ética!
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